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O Retorno da Estrela Brilhante

Capítulo 2 

Palavras: 1092    |    Lançado em: 04/07/2025

me ouviu com uma paciência infinita. Carla não era apenas minha professora, ela era a figura materna que eu nunca tive. Ela viu minha inteligência e meu potencial qu

ofereceram a bolsa integral. Passagem, mor

em meio à tempestade. Uma saída. Uma chan

professora

cessário para a viagem. Eu me sentia viva, animada. Pela primeira vez, eu tinha um futuro que era só meu. Carla até me co

um pouco, conhecer gente n

. Pela primeira vez em anos, eu ia

me arrumar quando meu celular tocou. Era

sou eu,

mente suave, quase doce. Um

você

al, a pressão subiu. Ele não para de chamar por você. Por favor, volte para

quena órfã que ainda vivia dentro de mim, queria acreditar. Queria o perdão, queria o

ão se

strela. Pela

a exatamente onde me atingir. Con

bem. E

que precisava fazer aquilo, que precisava de um

via sinal de Antônio ou Sofia. Apenas Lua, sent

u. A cachorrinha vo

levantou e veio na minha direção. Ela e

u vestido. É muito simples, mas em vo

eu vestido branco, o único vestido bonito que eu tinha, um presente da Profes

Que des

amarga. Mas antes que eu pudesse reagir, A

ui?", gritou Antônio, desc

horar, um choro

sse que eu tinha estragado a vida dela! Eu tentei acalmá-la, mas

ão descarada, tão absurda, que eu nã

haram para mim. Foram direto par

estamos aqui", disse Sofia, la

tônio. "Nós te chamamos aqui para fazer as pazes, e é as

de mim, o rosto v

foi? Você gosta de estragar

o se partindo ecoou pela sala silenciosa. Ele rasgou meu ves

steza se transformou em uma calma fria. Eu olhei para os três, para os seus rostos distorcidos pela raiva e pelo fingimento. E pel

ia mais chorar, não ia mais implorar. Eu i

seu show, soluçando

la sempre me odiou porq

consolava, enquanto me fuzilava com os olhos.

va na minha frente

epção. Uma comp

iava pelo amor deles morreu naquela sala. Agora, só res

to não mostrou nenhuma surpresa. Ele apenas se aproximou de Lua e colocou um braço protetor ao redor dela, olhando p

rou meu braç

rto. E vai ficar lá até

tro da mesma casa. Ele me jogou no meu quarto, um cômodo pequeno e sem graça nos fundos da casa, e trancou a p

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O Retorno da Estrela Brilhante
O Retorno da Estrela Brilhante
“Eu morava em uma mansão luxuosa, mas minha vida era mais amarga que a de um mendigo. Adotada, eu era tratada como um fardo, enquanto minha irmã, Lua, a princesinha mimada, recebia tudo. No dia do vestibular, o mais importante da minha vida, pedi apenas dez reais para o transporte. Eles riram. Minha mãe adotiva, Sofia, disse: "Vá a pé. Vai ser bom para você, um pouco de exercício." Lua, com um sorriso cruel, acrescentou: "Talvez consiga voar até lá." A humilhação me queimava. Eu podia sentir as lágrimas, mas segurei. Meu pai adotivo, Antônio, me agarrou com força. "Chega, Estrela! Sua mendicância nos envergonha!" Ele me empurrou para fora, na chuva torrencial. Caí no chão, a dor no quadril era pequena perto da dor no coração. Olhei para a casa iluminada, e pela janela, vi a manchete na TV: "Família milionária celebra as notas da filha com show particular de artista famoso." Era um palco montado no jardim da minha casa, e Lua era o centro das atenções, sorrindo e acenando. Minhas notas eram excelentes, mas eles negaram dez reais para o meu futuro. Naquele momento, na calçada, sob a chuva, uma risada amarga me escapou. Era tudo uma piada. Decidi que não faria aquela prova. Não daquele jeito. E não voltaria para aquela casa. Nunca mais. Liguei para a Professora Carla, a única que me mostrou bondade. Contei tudo, entre soluços e raiva. Ela me buscou, me abrigou. Finalmente, encontrei a saída. Uma bolsa de estudos integral no exterior, meu plano B, se concretizou. É minha chance de recomeçar, longe de tudo. Mas Sofia me ligou, a voz estranhamente doce. "Filha, seu pai precisa de você. Ele quer se desculpar antes de você partir." Contra o meu melhor julgamento, cedi. Voltei para a mansão. Lua me esperava, com um sorriso vitorioso. Ela derramou vinho tinto no meu vestido branco. Antônio e Sofia apareceram, e Lua começou a chorar, fingindo que eu a atacara. "Você é um monstro ingrato!", berrou Antônio. Ele rasgou meu vestido, a única coisa bonita que eu tinha. Naquele momento, algo em mim mudou. A dor virou gelo. A tristeza, calma fria. Eu não era mais a vítima. Eu sobreviveria. E faria eles se arrependerem. Lua sussurrou: "Ela sempre me odiou porque vocês me amam mais!" "Não se preocupe, ela vai ter o que merece", respondeu Sofia. Sol desceu as escadas e, pela primeira vez, vi seu olhar de nojo para mim. Antônio me arrastou para o quarto, trancando a porta. Eu não resisti.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 13