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O Jogo Deles, Minhas Regras

Capítulo 3 

Palavras: 815    |    Lançado em: 04/07/2025

me a

para o rosto furioso de Pedro, para os olhos que uma vez me pro

a palavra? Me deixar sozinha para enfrentar o inferno

meus ombros com uma força

não sabe nada sobre os últimos quatro anos.

, uma mistura de raiva e

disse, sua voz um pouco mais baixa

nca me falou da sua família! Você me disse que era

s nunca teriam aprovado você. Eles queriam que eu me casasse com a Isabella. E

ido uma mentira. O amor que eu achava tão puro e verdadeiro era apenas uma co

fui sua fuga, sua pequena aventura antes de você voltar para

de novo, sua mão tentando encontrar a minha. Eu me afastei

vez teriam me feito derreter,

bilei. "Não ouse dizer

e afogar. Eu precisava ser prática. Eu precisava ser fria. A Luana qu

nha voz agora calma e calculist

ou, confus

e afiadas. "Termine com a Isabella. Me dê um nome, um

oi a resposta mais alta qu

seu rosto. Ele abriu a boca para falar, mas n

m quebrado e

que eu

mais se quebrar, se partiu em mais um milh

passando por ele em direção à porta do ban

ndo para encará-lo mais uma ve

ende, minha família me deserdaria, tudo desmoronaria. Mas eu posso te dar qualquer outra coisa

meus lábios. "Você quer que eu seja sua amante, Pedro? Escondida nas sombras, enqu

ais força, como se sua proximidade física

m pelo meu rosto, mas eu não as en

uma parte estúpida de mim pensou que talvez você tivesse voltado

o homem que eu amava e

tou por mim. Você só não suporta me ver co

i, colocando a mão na maçaneta da porta do banheiro, e forcei

ais procurando por amor. Estou procurando por sobrevivência. E

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O Jogo Deles, Minhas Regras
O Jogo Deles, Minhas Regras
“A festa de aniversário de Rodrigo, o magnata de São Paulo, era meu inferno particular, onde eu, Luana, servia bebidas baratas para os ricos que riam da minha humilhação. No meio daquele luxo, vi Pedro, meu primeiro amor, o homem que me abandonou há quatro anos sem explicações, agora um milionário ao lado de sua nova noiva. Ele me observava com um sorriso cínico enquanto Rodrigo, bêbado e abusivo, me forçava a beber e derramava vinho no meu uniforme, me tratando como um objeto. Como ele podia me ver tão destruída e não fazer nada? Como o homem que jurou me amar agora me via com tanto desprezo? A dor e a raiva se misturavam na minha garganta. Eu não conseguia entender sua indiferença. Então, Pedro me chamou de "nojenta" no quarto de Rodrigo, e naquele momento, algo quebrou dentro de mim. Eu não ia mais implorar ou esperar. Eu ia jogar o próprio jogo deles, custasse o que custasse.”
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