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Duas Caras, Uma Traição

Capítulo 2 

Palavras: 550    |    Lançado em: 04/07/2025

so quarto, o santuário que partilhámos durante cinc

tamente arrumadas, camisas passadas a ferro, calças vincada

rimeiro, as camisas. Uma por uma, atirei-as pa

nte. Cada peça de roupa que toc

o primeiro encontro. O casaco que compramos

men

ma pequena caixa de madeira que eu nu

ri

fias. Dezenas de foto

iagem que ele fez "sozinho para espairecer" três meses depois da morte do Lucas. Pedro e Ana

m teste de gra

ar de sapatos

s roupas dele, a caixa na minha mão. O som que saiu da

caso. Eles estavam a construir um

. Um bebé. O bebé que

a cabeça latejava. Por um momento, pensei que ia morrer ali mesmo, n

, mais forte do qu

tremiam, mas a minha decis

das as roupas do Pedro, todos os seus pertences. Não deix

ua e atirei-os para den

aixa de madeira. Guardei-a. Esta

ra a minha sogra, a mãe

en

Pedro disse que ligaste e que pare

respondi, a minha voz s

ens de ser forte. O Pedro também está a sofrer muito. E a Ana, coi

palavra ecoou

" disse eu. "Eu vou ser m

s que ela pude

noite caiu, mas não acendi as luzes. Fiquei

. Agora, o verdadeiro

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Duas Caras, Uma Traição
Duas Caras, Uma Traição
“Perdi o meu filho Lucas há um ano, e a dor da infertilidade atingiu-me no mesmo dia em que o meu marido, Pedro, me ignorou ao telefone. "Estou ocupado", disse ele, com o som de festa ao fundo. Ocupado a celebrar o aniversário da minha prima Ana. "Nosso sonho!", exclamou ela na gravação que ouvi. Que sonho era esse? Descobri-o ao voltar para casa. Na mesa da cozinha, um bolo da Ana. No guarda-roupa do Pedro, uma caixa de madeira escondida. Dentro, fotos do meu marido beijando a minha prima em Paris – na viagem que ele fez "sozinho para espairecer" após a morte do Lucas. E um teste de gravidez positivo. E sapatos de bebé. Azuis. O meu casamento era uma farsa. A minha prima, grávida do meu marido. O meu filho tinha morrido, e eu não podia mais ter filhos, enquanto eles construíam uma nova família. A minha dor era "drama", mas a traição deles era a cruel realidade. Como é que ele se atreveu? Como puderam fazer isto na minha própria casa? Naquela noite, a raiva salvou-me da agonia. Expulsei-os, as suas malas cheias de mentiras no contentor do lixo. A festa tinha acabado. Agora, o verdadeiro espetáculo ia começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10