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O Preço da Lealdade: Humilhação Pública

Capítulo 2 

Palavras: 656    |    Lançado em: 04/07/2025

fria e calculista. "A humilhação pública foi só o começo, agora qu

vel na cama, absorvend

" , perguntou Pedro, co

a lista detalhada de todas as suas fraquezas, seus medos, os lugares que ele frequenta, tudo, ele não terá um segun

ação, era uma sentença de morte velada, um convite aberto para a violência.

po quando ele desviou para não atingir o novato, sacrificando sua própria corrida e seu carro para evitar uma tragédia maior. Ele se

apertado e lágrimas de alívio. "Você salvou m

pi

analgésicos, confrontou Pedro sobre o erro, exigindo

se morreu!", ela gritou, embora todos na equipe s

nca foi o noivo, o parceiro, ele era o guarda-costas não remunerado de Pedro, o piloto exper

uipe, o avisando diversas vezes. "Cuidado, Ricardo, essa gente n

o pelo amor, ou pelo qu

oco no estômago, ele tinha sido um peão e

nte, esticou o braço por baixo da cama e tateou até encontrar o pequeno celular d

am enquanto ele

deu no pri

ue você i

go foi a primeira coisa real q

sussurrou Ricardo, a voz rouca

já estou a

, André, ela está vend

lado da linha, e então a vo

ê também sabe, a partir de hoje, você nã

Sofia usou, mas ditas com comp

minação crescer dentro de si. "A partir de hoje, eu sou um c

das risadas de Sofia e Pedro no corredor era o combustível pa

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O Preço da Lealdade: Humilhação Pública
O Preço da Lealdade: Humilhação Pública
“A notícia explodiu como uma bomba: meu nome, minha foto, meus dados pessoais e de corrida, tudo exposto na dark web. Era eu, Ricardo, um piloto de Fórmula 1, um dos nomes mais promissores do Brasil, valendo menos que um carro usado. A raiva me queimava: como pude ser tão ingênuo? Então, ouvi as vozes dela, Sofia, minha noiva, e de Pedro, seu meio-irmão, do outro lado da porta. "Ele mereceu", Sofia disse, sua voz que antes era música, agora vidro quebrado. "Ele não passa de um cachorrinho que a gente adotou", Pedro riu. "Ele é só o cachorro da família, útil enquanto nos serve, mas quando late demais, a gente precisa colocar na coleira." Cachorro. Eu, que me arrisquei tanto por eles, que coloquei os interesses da família dela acima dos meus, eu era só um animal de estimação. "Vender por milhões seria um elogio, mas vendê-lo por trocados, expô-lo como um produto barato, isso o destrói por dentro, é uma humilhação que dinheiro nenhum compra, isso é mais doloroso do que qualquer surra." Cada palavra era um prego no meu caixão emocional. Eles não me queriam apenas humilhado, eles me queriam aniquilado. Mas, deitado ali, quebrado e traído, uma nova e sombria determinação cresceu em mim. "A partir de hoje, eu sou um cão de rua", e cães de rua aprendem a morder de volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10