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O Preço da Lealdade: Humilhação Pública

Capítulo 4 

Palavras: 655    |    Lançado em: 04/07/2025

ou Marco, a voz cheia

braços e o forçaram a ficar de pé,

compramos suas informações na dark web, uma pechincha, aliás, e desco

e Ricardo e olhou dir

nos, sempre com esse seu ar de sup

aiu de seus pulmões em um silvo, ele se dobrou, mas os hom

assustadora, como se estivesse assistindo a um filme, ela

..." , ele sussurr

como se para ter uma visão melhor, e

, não o matem, ele

ue o soco, ele não era nem mesmo uma pe

Pedro entrou, sorrindo de orelha a or

o para o show?" , ele

, o sorriso se desfazendo em

palavras pingando sarcasmo. "Eu deveria ter

ndo que o rosto ensanguentado e sofri

edi desculpas, ago

le não sabia que tinha, ele se debate

já estava ferida do acidente, um grito de dor

se Marco, com um tom de falsa gene

e Ricardo, ele estava desesperado por água, mas algo no cheiro, um odor

ade, sua cabeça ficou pesada, sua visão ficou turva, era algum tipo de sedativo, rápi

mpletamente à

ora mole e sem resistência, e o arrastara

entas da oficina, alicates, chaves de fenda, infligindo dor de forma metódica e c

or ajuda, por um fim àquilo, ele não conseguia ma

o celular e começou a rolar o fee

as pela indiferença absoluta dela, a mulher que ele amava estava sentada a poucos metr

nte se desligou, a última coisa que ele viu antes de desmaiar foi

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O Preço da Lealdade: Humilhação Pública
O Preço da Lealdade: Humilhação Pública
“A notícia explodiu como uma bomba: meu nome, minha foto, meus dados pessoais e de corrida, tudo exposto na dark web. Era eu, Ricardo, um piloto de Fórmula 1, um dos nomes mais promissores do Brasil, valendo menos que um carro usado. A raiva me queimava: como pude ser tão ingênuo? Então, ouvi as vozes dela, Sofia, minha noiva, e de Pedro, seu meio-irmão, do outro lado da porta. "Ele mereceu", Sofia disse, sua voz que antes era música, agora vidro quebrado. "Ele não passa de um cachorrinho que a gente adotou", Pedro riu. "Ele é só o cachorro da família, útil enquanto nos serve, mas quando late demais, a gente precisa colocar na coleira." Cachorro. Eu, que me arrisquei tanto por eles, que coloquei os interesses da família dela acima dos meus, eu era só um animal de estimação. "Vender por milhões seria um elogio, mas vendê-lo por trocados, expô-lo como um produto barato, isso o destrói por dentro, é uma humilhação que dinheiro nenhum compra, isso é mais doloroso do que qualquer surra." Cada palavra era um prego no meu caixão emocional. Eles não me queriam apenas humilhado, eles me queriam aniquilado. Mas, deitado ali, quebrado e traído, uma nova e sombria determinação cresceu em mim. "A partir de hoje, eu sou um cão de rua", e cães de rua aprendem a morder de volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10