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Amor Proibido, Legado de Sangue

Capítulo 1 

Palavras: 633    |    Lançado em: 04/07/2025

meu único objetivo s

ia onde cresci, sonhavam com um bom casam

n

notada, em passar pela

contagiosas, eu via os outros se inf

do, mas po

rigas por dívidas, disputas por terri

a me en

tia que o dinheiro nunca faltasse, a geladei

istância, um anjo da gua

bas

amado Jonas que se achava dono da área, decidi

porta, com sorrisos maliciosos e a c

ha em casa?", Jonas disse

o me

ção não

a calma que a minha vida

nha", eu disse,

som áspero e

está aí com voc

o olhar f

o pi

arou

ilou por um segundo, substit

onstravam medo, ap

u era, mas sentiu qu

quisita pra lá", um dos comparsas d

ou, seu org

a mais uma vez, mas

cuei um c

Agora", eu falei, cad

momento, procurando um sinal

lado do meu pé e se virou,

i a port

alívio,

cansaço

guei para

prec

meu celular, um aparelho simple

uei o númer

dos poucos contatos que meu pai insistiu que e

ção fo

lvi

onteceu al

minha rua. Um ca

detalhes. N

, ele disse

te, o bairro es

s amigos de

nunca ma

fez pe

sujei min

minha reg

dos, para aqueles que não sabi

utadora, eu era

poder não estava em dar um soco, mas em f

eficiente e, acima

essa filosofia estava prest

as, suas ambições, seu

inhas armas e

um jogo muito mais perigoso

e, onde sobreviver não

vo seria

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Amor Proibido, Legado de Sangue
Amor Proibido, Legado de Sangue
“Meu nome é Sofia e, desde pequena, aprendi que a sobrevivência era meu único objetivo. Eu flutuava pela vida como uma sombra, evitando ser notada, porque problemas, para mim, eram doenças contagiosas. Meu pai, um chefão do crime quase invisível, garantia que o dinheiro nunca faltasse, uma proteção perigosa e distante. Até que um dia, Jonas e seus capangas invadiram minha casa, certos de que eu era uma presa fácil, com sorrisos maliciosos e a pergunta: "E aí, princesinha? Sozinha em casa?". Mas eu não estava. Eu sabia que violência bruta era para estúpidos; eu era estrategista. Usei minhas ferramentas, e Jonas e seus amigos desapareceram na noite, sem rastros. Limpo, eficiente, seguro. Mas a falsa tranquilidade desmoronou numa terça-feira chuvosa, quando homens mascarados invadiram minha casa, e desta vez o alvo era eu. Escutei-os se aproximando, suas vozes abafadas, enquanto me escondia, apavorada, no sótão, com meu coração batendo forte. Não era para me matar, percebi depois, mas um teatro orquestrado para me lançar nos braços do rival do meu pai, Marco. Fui um peão, manipulada para um jogo muito maior. A raiva borbulhou em mim, não era mais sobre sobreviver, era sobre vingança. E eu, Sofia, a filha que ele tentou usar, faria a música dele dançar no meu ritmo.”
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