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Entre Grades e o Coração Partido

Capítulo 1 

Palavras: 867    |    Lançado em: 04/07/2025

à lápide simples de mármore, o nome "Clara da Silva" gravado nela. Minha mãe. O sonho dela de ter uma casa própria

m crime que não cometi. Cada dia lá dentro foi um inferno, mas nada se comparava à d

de mim corto

ari

o um terno caro que parecia fora de lugar entre as sepulturas. Ele estava mais magro, com olheiras que nem o b

" , perguntei, minha voz saindo

em minha direção, as m

i preocupado. Eu sinto muito pela sua mãe,

deu náuseas. Ele agia como se fosse um velho amigo ofer

e dela" , eu dis

reso, mas logo re

fui um idiota, eu admito. Mas eu nunca quis que nada disso a

quisesse tocar meu braço, ma

começar a borbulhar dentro de mim. "Você chama d

ue cuidava de um túmulo próximo nos

ver o senhor por aqui!

dela co

ivado do senhor com a filha do deputado. Me

orriso modest

A gente faz o que pode pa

go. Ajudar a comunidade. Meu sangue gelou. Eu fechei os olho

va organizando. Ele dizia que era para acelerar a construção de moradias populares, o mesmo conjunto habitacional que minha mãe sonhava em morar.

que estava assinando minha própria sentença. O dinheiro do projeto foi desviado, as obras nunca começaram, e a culpa caiu sobre mim. Os documentos tinha

Foi o desgosto que a matou. Na cadeia, recebi uma última carta dela, uma carta que ela deixou com uma vizinha. Nela, minha mãe revelava tudo sobre meu p

ainda estava ali, co

o elogiou con

iferia tinha esperança. Mas ainda bem que o senhor não teve nada a ver com aquela

a, com pena. Uma pena di

eu rosto uma máscara d

a. Aqui não é o momento. Eu posso te a

e eu tinha era de gritar, de expor ele ali mesmo, na frente de todos. Mas eu aprendi a s

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Entre Grades e o Coração Partido
Entre Grades e o Coração Partido
“O ar no cemitério ainda pesava, seis meses depois de sair da prisão, dois anos que paguei por um crime que não cometi. Minha mãe sonhava com uma casa, um lar, e esse sonho foi enterrado com ela, vítima de um infarto fulminante. Eu sabia que não foi só o coração que parou, mas também a alegria de viver, quando a filha foi presa acusada de desviar dinheiro do tão sonhado projeto habitacional. Aquele projeto que o João, meu ex-namorado e "o homem da minha vida", me convenceu a assinar para "acelerar as obras". Ele, o brilhante estudante de direito, que me fez assinar minha própria sentença, enquanto usava o dinheiro para bancar a campanha do sogro, um deputado, e sua vida de luxo com a filha dele. Na cadeia, recebi a última carta da minha mãe, revelando que meu pai, um arquiteto desaparecido, era o verdadeiro autor daquele projeto, e ela guardava os originais. Agora, eu tinha uma arma e, ao reencontrar João, percebi que a vingança é um prato que se come frio. Ele tentou me manipular de novo, mas a Maria ingênua havia morrido na prisão, e uma nova mulher, com um filho nos braços e a verdade nas mãos, estava pronta para a guerra. Eu sou Maria, e a justiça será feita.”
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