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O Retorno do Magnata Traído

Capítulo 2 

Palavras: 619    |    Lançado em: 04/07/2025

da atraiu uma mul

ram nas calçadas, celulares em pu

truído contra um poste

que bati

ar encrencado. Aquele Po

i ter que vender a casa

o alimentaram a arrogância de Bruno M

o das atenções, a vít

eito, apontand

me jogou pra fora da pis

a de seu carro, gestic

Meu bebê! Isso vai cus

arcelo, um sorriso

ha namorada é a presidente da TecnoFuturo,

sua boca com uma intimidade que

era

desvio de fundos da empresa par

Tudo pago com o dinheiro de Marc

reagiu ao n

a TecnoFuturo? Aquel

rito. Mexeu com

já era pouca, se voltou c

ria, o velho invejoso que atac

tanto, permane

lular e tirou fotos do ac

róprio carro, cruzou os braç

rritou Brun

ança da sua falência? Você vai me pagar, nem q

mente saiu de

poucos centímetros de B

mas cada palavra

ios quarteirões, com direção perigosa. Eu t

uno vacilaram

no semáforo, causando o acidente. A

clara. Quem bate atrás nem sempre é o culpado, especialm

uma risad

a mim? Eu tenho os melhores advogados! Minha

a o carro de Ma

pode ter nessa lata velha? Deve ser uma d

arrogância do rap

o e as conexões de Patrícia poderiam c

entia mais a

entia um des

o era nada. Er

a culpada e

rícia", disse Marcelo, voltando

os quem t

scara de tranquilidade, enquanto por dentro, sua m

e Bruno seria

-

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O Retorno do Magnata Traído
O Retorno do Magnata Traído
“Marcelo Dias, um magnata da tecnologia, voltava para casa após um ano sabático dedicado a um projeto secreto para o governo, esperando reencontrar sua vida e sua esposa, Patrícia Costa, a quem confiou sua empresa, a TecnoFuturo. No entanto, o reencontro se transformou em pesadelo quando um Porsche vermelho luxuoso, buzinando histericamente, colou na traseira de seu carro, revelando um jovem arrogante ao volante e um familiar pingente de estrela no retrovisor. Este pingente, primeiro presente de Marcelo a Patrícia, agora adornava um carro da empresa, de posse do amante dela: Bruno Mendes. Não era um caso qualquer, mas um desvio de fundos da empresa para sustentar o luxo desse parasita. A fúria explode: sua amada esposa o traiu da forma mais vil, usando o dinheiro de seu trabalho para um garoto que sequer o respeitava e ainda tentava roubar a empresa. Marcelo, o engenheiro calmo e racional, morreu ali. Aquele momento despertou o verdadeiro dono da TecnoFuturo, determinado a retomar o que era seu e a fazer Patrícia e Bruno pagarem cada centavo.”