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O Retorno do Magnata Traído

Capítulo 4 

Palavras: 623    |    Lançado em: 04/07/2025

s minutos, duas viaturas da polícia

com expressões sérias, e

ícia, sentiu-se ai

até um do

maníaco aqui", ele apontou para Marcelo, "m

Bruno para Marcelo,

mos apurar os fato

mente, segurando o pescoço. "Estou com dor, t

ndo a cena,

sse Marcelo, aproximan

gritou. "Você vai ve

impressionar a polícia e a multidão, Bruno pa

ensinar a m

ápido, mas Marcel

ele se esquivou do soco, agarrou o braço de Bruno, to

co movimento f

ou de dor

idão o

cial gritou, sacando o casset

io ajudar, e eles sep

ele!", Bruno gritou, mass

se acalme", disse

elo. "Documentos dos senhore

ou seus docume

egou sua carteira de grife

o o policial verificava os papéis, "tenho tudo

eno cartão de mem

stra claramente o motorista do Porsche cometendo

memória e foi até a viatura p

ficou

É uma gravação fa

lhe deu

o policial voltou, a ex

u diretamen

cando direção perigosa, assediando o outro motorista e causo

Bruno perde

sso é imp

me, "é 100% sua. O senhor será multado por todas as infr

o de Br

ava, começou a murmurar, as

ho era o culpad

u que podia faze

co, tentou sua

minha namorada? Patrícia Costa! Eu vou ligar pra

al não s

para Bruno

tro crime. Sugiro que o senhor coopere.

ilhado, Bruno p

am enquanto ele

cisava

isava de

do, seu rosto ainda

ro round

batalha estava

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O Retorno do Magnata Traído
O Retorno do Magnata Traído
“Marcelo Dias, um magnata da tecnologia, voltava para casa após um ano sabático dedicado a um projeto secreto para o governo, esperando reencontrar sua vida e sua esposa, Patrícia Costa, a quem confiou sua empresa, a TecnoFuturo. No entanto, o reencontro se transformou em pesadelo quando um Porsche vermelho luxuoso, buzinando histericamente, colou na traseira de seu carro, revelando um jovem arrogante ao volante e um familiar pingente de estrela no retrovisor. Este pingente, primeiro presente de Marcelo a Patrícia, agora adornava um carro da empresa, de posse do amante dela: Bruno Mendes. Não era um caso qualquer, mas um desvio de fundos da empresa para sustentar o luxo desse parasita. A fúria explode: sua amada esposa o traiu da forma mais vil, usando o dinheiro de seu trabalho para um garoto que sequer o respeitava e ainda tentava roubar a empresa. Marcelo, o engenheiro calmo e racional, morreu ali. Aquele momento despertou o verdadeiro dono da TecnoFuturo, determinado a retomar o que era seu e a fazer Patrícia e Bruno pagarem cada centavo.”