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Marília: O Retorno Triunfal

Capítulo 2 

Palavras: 632    |    Lançado em: 04/07/2025

eram uma arma que e

nhando um quadro de inocência ferida. Os convidados começ

tão cruel com

ão doce, não fari

iam me ferido, me feito recuar. Agora, el

que este tecido, o 'Sol da Manhã', é tingido com açafrão das terras do leste e tecido por arte

frente, diminuindo

e daria um vestido que simboliza meu próprio status? Você es

os cochichos mudaram de tom. A acusação de

u ficasse com raiva, que gritasse, que parecesse uma princesa mimada fazend

se à sua última defesa. "Eu só achei bonito. I

palácio há dez anos. Você foi educada junto comigo. Você conh

jada na morte e no r

etir de novo. T

um desafio teimoso por baixo das lágrimas. E

se, minha voz perigosamente

a. O tecido caro pareceu frágil sob meu aperto

orte agarrou meu pulso,

! O que você pensa

de Joana, protetoramente, assim como na minha memória da vida passada. A cena er

", eu disse, tenta

o se tornando mais forte. "Você está envergonhando a si mesma e a mi

a. "Ela está usurpando um símbolo do meu p

ra mim como se e

pare de ser tão dramática e

rto, sua voz um sussurro ame

ecável. Se você continuar agindo como uma criança mimada, as pessoas vão começ

repreendendo. Ele estava me chantageando. Estava me dizend

eu escolhi meu futuro

u escolheria

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Marília: O Retorno Triunfal
Marília: O Retorno Triunfal
“A dor lancinante e o frio mortal eram minhas últimas sensações. Meus olhos turvos focaram nos rostos de Joana, minha irmã de criação, com um sorriso vitorioso e um frasco vazio, e Ricardo, meu noivo, com um desprezo congelante. "Finalmente" , Joana sussurrou, "tudo o que é seu será meu. O trono, o poder, tudo." Ricardo apenas observou meu último suspiro com frieza calculada. Fui engolida pela escuridão. Um fim patético. Mas então, uma luz forte e vozes altas. Eu não estava morrendo no chão frio. Estava sentada em uma cadeira ornamentada, em um salão de festas vibrante. Minhas mãos estavam jovens, quentes, sobre um vestido de seda azul, sem as cicatrizes da batalha final. Uma criada me chamou de "Princesa Marília" . Eu perguntei que dia era. "É o seu aniversário de dezoito anos, alteza." Voltei. Três anos no tempo. Para o dia que marcou o início da minha queda. As memórias da minha vida passada, a forma como Joana e Ricardo me isolaram, me pintaram como mimada, roubaram meu pai e me envenenaram, inundaram minha mente. Uma fúria fria e clara tomou o lugar do choque. Eu não seria a vítima tola e ingênua novamente. Desta vez, eles iriam pagar. Caro. Foi então que a vi: Joana, no centro do salão, usando um vestido dourado com o emblema do sol nascente, um tecido reservado à herdeira do trono. Na vida passada, eu ignorei. Que tola eu fui. Levantei-me, minha postura ereta. "Tire esse vestido" , eu ordenei, minha voz baixa, mas carregada de uma autoridade que surpreendeu a todos. Meus passos seriam a marcha da vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10