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De Gata Borralheira à Rainha

Capítulo 3 

Palavras: 590    |    Lançado em: 04/07/2025

Pedro entrou com Clara. Eles tinham voltado de uma viagem curta. O

disse, se aproximando. Ele me entregou um

luntário. Abri e vi um colar de prata delicado, com um

, que lindo,"

ando por cima do meu om

uela vitrine em Búzios? Achei que você ia me dar de prese

, provavelmente com ela, e comprou por impulso ou, pior, como um prêmio de consolação. A be

ando por um par de sapatos de dança perfeitos para mim, porque os meus estavam gastos. Lembrei de como ele prepa

inha desaparecido. Agora, eu recebia um presente de segund

rriso, fecha

por me deixar ficar com ele." Minha voz saiu

e Pedro. Ela me ignorou completame

já que a Sofia está aqui, pode

na testa. "C

ra mim, o sorriso

esmo. Vai ser o casamento do ano! Você tem q

ra era uma

perguntei,

o sábado, dia vinte e trê

da cidade com Lucas para começar nossa nova vida. O mesmo dia em que eu planejav

a no peito, mas meu r

a maior sinceridade que consegui forjar. "Mas, infelizm

seu olhar protetor apar

coisa? Que compromisso é mais

perficial. Antes que eu pudesse re

a da favela. Agora vem, me ajuda a leva

le sorriu para Clara e a seguiu, deixando-me sozinha na sala c

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De Gata Borralheira à Rainha
De Gata Borralheira à Rainha
“Eu, Sofia, uma órfã da favela, sempre tive um único sonho: ser passista e brilhar no mundo do samba ao lado de Pedro, a estrela que me tirou das ruas e a quem eu dei meu amor de corpo e alma por sete anos. No dia do meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a coragem e declarei meu amor, mas a resposta dele foi um balde de água fria: "Sofia, você é como uma irmã pra mim. Sempre foi e sempre será." Como se não bastasse a humilhação, duas semanas depois, ele trouxe para casa Clara Silva, a deslumbrante rainha de bateria da escola rival, e anunciou o noivado, esbanjando a felicidade deles na minha frente. Eu me tornei a "irmãzinha" obediente, a sombra perfeita, enquanto morria por dentro com cada riso, cada toque, cada beijo roubado diante dos meus olhos. Cansada de ser espectadora da sua felicidade e sufocada pela constante dor, decidi fugir daquela gaiola dourada e aceitei a proposta de casamento arranjado com Lucas Almeida, um empresário rico que me salvaria do meu inferno pessoal. Mas a ironia do destino é cruel: Clara e Pedro me convidaram para ser madrinha de casamento, marcado para o mesmo dia em que eu planejava começar minha nova vida com Lucas. A humilhação atingiu seu ápice na cozinha, quando Clara, a "noiva" que eu tanto servia, simulou um acidente e, na frente de Pedro, me acusou de queimá-la. Sem hesitar, Pedro, o homem que jurei ser meu protetor, me deu um tapa na cara, um tapa tão forte que me libertou da fantasia adocicada de um amor que nunca existiu. Naquela noite, queimei todas as lembranças dele, purificando minha alma. No dia seguinte, fui ao cartório dar entrada no meu casamento civil com Lucas, um passo para a minha liberdade, apenas para ser confrontada pela fúria animalesca de Pedro, que invadiu o local gritando: "Você não vai a lugar nenhum! Você me pertence, Sofia! Você sempre vai me pertencer!" No caos, Lucas defendeu minha honra e revelou as manipulações de Clara, mas ela, em um ato de desespero, golpeou Lucas na cabeça com um troféu, deixando-o inconsciente. Diante daquela cena, o que restou de mim reagiu: eu estava livre para escolher.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10