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A Traição Que Libertou Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 755    |    Lançado em: 07/07/2025

aram com a maca, ef

i?", um deles pergun

respondi, antes que Jéss

Marcos gritou do chã

Jéssica, que fazia uma cara de sofrimento. Ele suspirou,

avor se afastar para

sos para trás, ai

Marcos, Jéssica se aproximou de mim,

ssurrou. "Entregue o gato para mim. Eu cuido de

as mãos para

suas palavras eram um insulto. Ela es

la, enfiando as gar

ocê", eu disse, a v

m a sua... energia", ela respondeu

gota d

mantive até a

NELE!",

os no apartamento pararam o que estavam

uma expressão de cho

parei

ento brusco, empurrei o carrinh

e Marcos amava e exibia com orgulho, foi para o

o foi ca

, Marcos berrou da maca, tentan

itou, correndo para o canto da sala e se enc

aos. E eu estav

louca. Na verdade, eu queria

síveis. Pessoas loucas não

, SOFIA! Q

cos vendo as garrafas de

tivado! Eu amo es

, parando no batente. Os vizinhos já estavam

Uma p

e se aninhou no meu ombro, olhando para Marcos e Jéssi

senhora que sempre me cumprimentava co

o que está acontece

a vulnerabilidade voltar a

eu disse, apontando para Jéssica. "E a

ação para indignação. Ela fuzilou Marcos co

em voz alta. Outros vizinhos

la é louca!", gritou J

dia, sua sirigaita, quando a Sofia estava

opinião pública do décimo

ia pálido. Ele perdeu

, pronta pa

tou, a voz desesperada. "

mas não

bom som, para que todos no corredor ouvissem. "Eu n

a ca

as. Fique com ela", eu cortei, a voz

ento destruído, para o homem quebrado na

o corredor, passando pelos meus vizinhos que ago

olhei p

"Doce Sofia"

começando. E a autora

-

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A Traição Que Libertou Sofia
A Traição Que Libertou Sofia
“A porta do quarto bateu com uma força que fez o espelho tremer, o que parecia ser apenas mais uma discussão, mas não para mim. A voz furiosa de Marcos, familiar demais, carregava uma raiva conhecida, mas desta vez, eu não sentia medo. Apenas nojo, ao ver as mensagens e fotos da minha melhor amiga, Jéssica, no celular dele. De repente, palavras estranhas, em azul translúcido, começaram a piscar no ar, prevendo cada movimento, cada mentira que ele proferiria. "Foge, Sofia! Esse cara não presta!" , elas diziam. Eu não estava louca, era uma informação bizarra, mas útil, de que minha vida era um roteiro. Ignorei suas ameaças de arrombar a porta e comecei a arrumar uma mochila, as vozes me incentivando: "Isso! Não fica aí chorando. Pega suas coisas e some!" . Ao abrir a porta, Marcos zombou, acusando-me de um "teatrinho" , enquanto tentava me manipular com sua calma ensaiada, dizendo que eu "entendi tudo errado" . O choque e a dor viraram uma pedra de gelo no peito quando ele me ameaçou com Milo, nosso gato, meu único ponto fraco. Pior que a traição, foi a descoberta de que aquele "Marcos" que comi pizza no chão e amei com cada fibra do meu ser, nunca existiu. A realidade nua e crua se revelou: por mais doce que a "Sofia" fosse, para Marcos, eu era apenas o alvo de suas mentiras, e Milo, uma ferramenta de chantagem. Aquele não era o meu fim. Era o começo da minha guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 13