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Segunda Chance no Altar

Capítulo 1 

Palavras: 810    |    Lançado em: 07/07/2025

do impacto. Abri os olhos e a luz do sol da tarde entrava pela janela, ilu

o inteir

o riso de Camila, um som que me assombraria para sempre. O último que eu vi foi

ria est

se acendeu. A data era 23 de outubro. O dia em que anunciei meu noivad

ha garganta. Eu estava

la. As mentiras dela. As lágrimas falsas. "Sofia, amiga, eu preciso te contar uma

ditei em cada palavra da mulher

confuso. "Sofia, o que está acontecendo? Do que você

que Camila plantou era

dela, a raiva de ser rejeitada, se voltou toda para mim. A perseguição, as ameaças vel

ma urgência que eu nunca tinha sentido antes. De

de Pedro e disquei. Meu coração batia tão

amor. Acontece

a mais ouviria. Lágrimas encheram meus olhos, mas eu as fo

minha voz saiu firme, s

. Estava indo para a sua ca

ntre no cartório cent

ncio do outro

o que... o que vamo

nos c

ra? Mas e o nosso noivado

minha voz não vacilou. "Eu te expl

dele através do telefone. Mas Pedro, meu lea

voz ainda cheia de incerteza.

nuto, peguei meus documentos e a chave do carro. Não

logo em seguida, seu carro de luxo parando bruscamente. Ele saiu, o

de Deus, o que e

Assinaturas, testemunhas que arranjamos no local, as palavras da juíza de paz. Em menos de uma hora, a c

parecia esta

ós estamo

rri, o primeiro sorriso g

or. Nós esta

nossas mãos, com as alianças improvisadas que compramos

lamos essa parte. Felizes para semp

st

pânico e uma diversão que começava a surgir. Ele balançou

ompletame

peso enorme sair dos meus ombros

u a vibrar. O nome na tela fez meu sangue gelar,

mi

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Segunda Chance no Altar
Segunda Chance no Altar
“A dor na minha cabeça era a primeira coisa que eu sentia, um eco fantasma do impacto. Eu deveria estar morta. Eu me lembrava do som do metal se contorcendo e do riso de Camila, o para-brisa estilhaçando e o rosto dela, distorcido em um sorriso de triunfo. Na vida passada, Camila, minha suposta melhor amiga, tramou contra mim. Ela plantou sementes venenosas de mentiras e falsas acusações sobre Pedro, meu noivo, me manipulando para terminar com ele. Acreditei nela, a idiota, e joguei fora o homem que eu amava por causa de sua inveja doentia. A culminação de sua obsessão foi quando ela me atropelou e fugiu, me deixando para morrer no asfalto, seu sorriso maligno sendo a última coisa que vi antes da escuridão. Por que eu estava viva? Por que voltei para o dia em que anunciei meu noivado com Pedro? Era uma segunda chance... ou um pesadelo se repetindo? Não desta vez. Eu não seria a vítima. Eu não seria a Sofia ingênua e manipulável. A dor da traição e a fúria do que ela fez me deram um novo propósito. Peguei o celular e disquei o número de Pedro. "Pedro, onde você está?" Minha voz saiu firme, surpreendendo a mim mesma. Me encontre no cartório central. Em vinte minutos." Houve um silêncio do outro lado. "No cartório? Sofia, o que... o que vamos fazer no cartório?" "Vamos nos casar." Desta vez, o jogo seria jogado sob minhas regras.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10