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Segunda Chance no Altar

Capítulo 4 

Palavras: 776    |    Lançado em: 07/07/2025

foi ligar para os meus pais. Coloquei o telefone

Tenho uma

vamos justamente falando sobre os preparativos para a

rei f

os planos mudaram um p

fundo que eu podia ouvir a re

ãe finalmente quebrou o silênci

Hoje à tarde

pente? Aconteceu alguma coisa? Vo

ra. E sim, está tudo bem. Foi... uma decisão espont

er loucos. Contar a verdade - que eu reencarnei para escapar de uma te

as compreensivas. Depois de mais alguns minutos

esignação em sua voz. "Mas isso não nos livra de um jantar. A famí

ucial. Pedro fez a ligação para seus pais em seguida, e a reação foi praticamente a

o futuro, nos acostumando com a palavra "marido" e "esposa". Era estranho e maravilhoso ao

te. Pedro estava deslumbrante em uma camisa social. Quando estávamos saindo do nosso ap

estav

mi

belo desgrenhado. Ela usava as mesmas roupas de ontem. Parecia qu

sto se contorceu em

vão a lug

frente, bloqueando a pa

ente, me colocando atrá

frente," ele disse, a

bral você fez para ela se casar com você da noite para o dia?" ela gritou, igno

la. Fui eu que pedi," e

or em seu rosto era quase convince

azendo. Ele te enfeitiçou. Você precisa

a, Camila. Eu preciso q

A ÚNICA AMIGA DE VERDADE! ELA

a que eu tive que rir.

. Você não está chateada porque eu me casei. V

de "amiga preocupada" caiu, re

ão é ve

a faculdade. Você sempre quis o que era meu. Meus amigos, minhas notas, a

recuou um passo, o choque estampado em seu rosto. Ela não esp

está falando," ela s

sse, dando um passo à frente, saindo de trás de

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Segunda Chance no Altar
Segunda Chance no Altar
“A dor na minha cabeça era a primeira coisa que eu sentia, um eco fantasma do impacto. Eu deveria estar morta. Eu me lembrava do som do metal se contorcendo e do riso de Camila, o para-brisa estilhaçando e o rosto dela, distorcido em um sorriso de triunfo. Na vida passada, Camila, minha suposta melhor amiga, tramou contra mim. Ela plantou sementes venenosas de mentiras e falsas acusações sobre Pedro, meu noivo, me manipulando para terminar com ele. Acreditei nela, a idiota, e joguei fora o homem que eu amava por causa de sua inveja doentia. A culminação de sua obsessão foi quando ela me atropelou e fugiu, me deixando para morrer no asfalto, seu sorriso maligno sendo a última coisa que vi antes da escuridão. Por que eu estava viva? Por que voltei para o dia em que anunciei meu noivado com Pedro? Era uma segunda chance... ou um pesadelo se repetindo? Não desta vez. Eu não seria a vítima. Eu não seria a Sofia ingênua e manipulável. A dor da traição e a fúria do que ela fez me deram um novo propósito. Peguei o celular e disquei o número de Pedro. "Pedro, onde você está?" Minha voz saiu firme, surpreendendo a mim mesma. Me encontre no cartório central. Em vinte minutos." Houve um silêncio do outro lado. "No cartório? Sofia, o que... o que vamos fazer no cartório?" "Vamos nos casar." Desta vez, o jogo seria jogado sob minhas regras.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10