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Traída no Altar, Amada na Crise

Capítulo 2 

Palavras: 553    |    Lançado em: 07/07/2025

iais. Os celulares não paravam de tocar, as manchetes dos sites de fofoca eram cruéis: "Herd

seus aposentos, magoada demais para ver qualquer pessoa. Meu avô, o Sr. Ribeiro, anda

batendo com a bengala no tapete persa. "A honra dos Ribeiro foi

. A humilhação para ele era pior

erar isso," eu disse

encarou, os o

outra face. Nós construímos nosso nome do nada, com sangue, suor e uma astúcia que esses

eiro era mais antiga e sombria, vinda de negócios portuários e disputas territoriais que

ições. Um duelo. Sim! Vou desafiar aquele velho Santos para um duelo ao amanhecer! Ou melhor,

para ele,

safiar ninguém para um duelo ou... ou mandar pedaç

ou, des

ensagem seria clara. Nin

atenção daquele plano insano antes que ele realmente peg

io. Uma briga de rua ou um escândalo de sequestro só nos rebaixaria ao nível deles. Precisamos de uma re

go momento, o cérebro afiado por trás da raiva começando a cal

olhos sendo substituído por um brilho calculista, o que era quase

o por ele ter abando

s pensar com

repentina. "Você tem razão. Chega de t

couro, a calma repentina me dei

ele declarou.

não foi nada

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Traída no Altar, Amada na Crise
Traída no Altar, Amada na Crise
“Minha avó completaria 80 anos. A mansão Ribeiro celebrava, cheia de risadas e o brinde de taças de cristal. Tudo parou quando Sofia Santos, minha noiva, subiu no palco. Seu sorriso, antes tão familiar, era agora estranho. Quase predatório. "Peço a atenção de todos por um momento." A música silenciou. Todos esperavam um discurso emocionante. Talvez um brinde à matriarca. Eu sorri, alheio ao que viria. "Hoje é um dia de celebração", ela começou, a voz clara e firme. "E é em nome da honestidade que sinto que devo falar a verdade, aqui, diante de todos que amamos." Uma pausa dramática. Seus olhos não encontraram os meus, mas os de Gabriel, nosso motorista. Ele estava tenso, perto da porta de serviço. "Eu não posso me casar com Lucas Ribeiro." Um murmúrio chocado percorreu o salão. Meu sangue gelou. Meu avô ao meu lado endureceu, a mão apertando a bengala até os nós dos dedos ficarem brancos. "Eu descobri o que é o amor verdadeiro", Sofia continuou, com um tom de superioridade moral. "Um amor que não se compra com ações de empresas de tecnologia ou sobrenomes tradicionais, um amor puro e real." Ela estendeu a mão na direção de Gabriel. "Eu amo o Gabriel. E nós vamos ficar juntos." O silêncio era denso, pesado. Quebrado apenas pelo som de uma taça que se estilhaçou no chão. Sofia desceu do palco com confiança absurda. Puxou Gabriel para o centro do salão, como um troféu. "O amor dele é mais valioso do que qualquer fortuna que a família Ribeiro possa oferecer", ela declarou. Olhou para mim com pena e desprezo. "Espero que um dia você entenda, Lucas." A humilhação era física, uma onda quente e sufocante. Pena, choque, e o deleite malicioso de alguns rivais. Meu avô não se conteve. Deu um passo à frente, sua voz um trovão. "Desrespeito! Traição! Dentro da minha casa! Você ousa humilhar meu neto e manchar o nome da minha família na frente de todos?" Ele ergueu a bengala, apontando para Sofia. O corpo tremia de raiva. "Fora! Saia da minha casa agora, sua mulherzinha sem honra! E leve esse aproveitador com você!" Finalmente encontrei minha voz, rouca e distante. "Sofia, o que você pensa que está fazendo?" Ela sorriu, condescendente. "Estou sendo fiel a mim mesma, Lucas. Algo que você, com todo seu dinheiro, nunca entenderá." Ela se virou, puxando Gabriel. Ele parecia um cervo assustado, mas a mão dela em seu pulso era firme. Eles caminharam para a saída, deixando uma festa arruinada. E um silêncio devastador.”
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