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O Segredo do Casamento Aranjado

Capítulo 3 

Palavras: 840    |    Lançado em: 07/07/2025

e roupas de marca e falando abertamente sobre como estava "ajudando o rapaz a superar o trauma" que eu causei. Era uma performance pública, projetada para pintar a m

rindo para a câmera. Via-os passeando de carro com Sofia no banco de trás, rindo como se fossem os melhores

profundo com a previsibilidade deles. Era tudo tão transparente. Eu percebi que a "preocupação" que Pedro sempre demonstrou por mim nunca foi real, era apenas uma ferramenta. Ele

em um iate clube luxuoso, um lugar lotado de gente importante. Eu fui com meu avô, mantendo uma postur

ares. Sofia usava um vestido vermelho chamativo, agarrada ao braço

pelo convés. Uma briga havia começado perto do bar, e no meio da confusão, um pesado lustr

stre oscilou violentamente e então se soltou,

to o suficiente para ver o terror em seu ro

e moveram de mim para Sofia. Sem um pingo de hesitação, ele me empurrou com força n

rgulhando na direção del

da minha cabeça. Pedaços de vidro voaram por toda parte, um deles cortando meu braço pr

segura. Ele nem sequer olhou na minha direção. Sua única preocupação era ela. Ele me uso

comparada à clareza gelada que tomou conta de mim. Na minha vida passada, a traição foi um veneno lento.

e Sofia tinha algum arranhão, sussurrando palavras de conforto para ela. Ele me abandonou no meio do perigo qu

e levantando do chão com cuidado. Era João. Seu rosto, n

ida. Precisamo

a estancar o sangramento. Seu toque era firme, seguro. Ele não disse mais nada, apenas m

u em minha direção, mas não havia culpa em seus olhos. Havia apenas irritação,

a mais clara do que nunca. Não era sobre vingança ou estratégia. Era sobre sobrevivência. E

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O Segredo do Casamento Aranjado
O Segredo do Casamento Aranjado
“A água salgada queimava meus pulmões. A silhueta de Pedro se recortava contra a lua, ele não se moveu, apenas observava. Ao lado dele, Sofia, minha "melhor amiga", sorria, um sorriso vitorioso que selou meu destino. Eles me deixaram para morrer, levando consigo a fortuna da minha família e a minha confiança cega. Meus olhos se abriram com um sobressalto, ainda sentia o peso esmagador da traição. Eu estava viva, de volta ao dia mais crucial da minha vida: a seleção de cônjuges. Um costume bizarro e antiquado da elite carioca que, na vida passada, me fez escolher Pedro. Ele, que prometeu o paraíso, escondeu o inferno, e agora estava ali, na sala, com seu sorriso de surfista charmoso. Eu o vi me usando como um escudo humano para salvar Sofia. Ele não se importou, só havia irritação em seus olhos. Minha vida, meu amor por ele, tudo construído sobre uma mentira. Como pude ter sido tão cega? Mas desta vez, não. Hoje, Luísa não seria a tola apaixonada. Eu seria a rainha do meu próprio tabuleiro de xadrez, mesmo que isso significasse escolher João, meu rival de infância. E para o choque de todos, especialmente o dele, eu disse: "Eu escolho você, João."”
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