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A Dor do Renascimento

Capítulo 2 

Palavras: 863    |    Lançado em: 07/07/2025

ra a sala de parto. Horas depois, exausta, mas viva, eu segurava minha filha nos braços. Ela era pequena, perfeita.

dor do parto e dos pontos começando a pulsar. Minha fil

silêncio do hos

uarto se abr

Ela não usava seu disfarce de aluna inocent

sceu," ela sussurrou,

. O instinto materno, primitiv

" eu disse, minha

não sujaria minhas mãos. Só vim ver a cara da derrotada. Rodrigo

em direção ao ro

Ignorando a dor lancinante no meu abdômen, eu pul

repeti, empurrando-a com to

urpresa com a minha reação. Se

! Como ousa

ou. Ele viu Isabella cambaleando e a mim, de pé, com o pijama do hosp

azendo?" ele gritou, corr

!" eu disse, apontando para a mul

soluços. "Rodrigo, eu só vim ver o bebê... parabenizá-la. E e

carada, tão cruel, que

om puro ódio. Ele não du

com força, seus dedos cravando na minha pele. "Você assinou o divórcio. Não tem mai

perdi o equilíbrio e caí no chão duro e frio do hospital. A dor na minha ba

inha vista. O diretor do hospital é meu amigo. Ele já sabe que você não tem mais con

tetoramente, e a levou para fora do

não por amor perdido, mas por uma humilhação profunda. O chor

a agonia. Olhei para a mancha de sangue no chão, para o meu reflex

duas pessoas para quem eu poder

ero do meu ir

, Sofia. Prec

limpa, peguei minha filha nos braços e a envolvi em um cobertor. N

r expulsa. Eu ia sai

da passo um esforço de vontade. O vento frio da madru

u rosto uma máscara de preocupação

a, Sofia. Vamos

lar, uma decisão se formou na minha mente. Eu não ficaria

itou no meu potencial, tinha me oferecido uma posição de pesquisa em

era a minha

ra, me tornaria mais forte, mais bem-sucedida do qu

truiria o mundo que ele cons

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A Dor do Renascimento
A Dor do Renascimento
“A dor de uma contração me rasgou, agarrando-me aos lençóis do hospital. Meu marido, Rodrigo, que eu amava mais que minha vida, entrou, mas não estava sozinho. Atrás dele estava Isabella, sua aluna, com uma barriga saliente, e ele jogou uma pasta em mim: "Assina." Eram os papéis do divórcio. "Isabella está grávida," ele disse, friamente, como se falasse do tempo. "Ela ameaçou fazer uma loucura se eu não resolvesse nossa situação." Na minha vida passada, eu implorei, morrendo de hemorragia no parto enquanto Isabella ria. Mas inexplicavelmente, eu voltei. No mesmo dia, na mesma cama de hospital, com a mesma dor. Desta vez, seria diferente. Olhei para Rodrigo, sem sentir nada além de um frio cortante. "Tudo bem," eu disse, com uma calma que o surpreendeu, e assinei, minha caligrafia impecável. Ele me abandonou lá, sangrando e humilhada. Minha filha nasceu, e eu jurei que cada um deles pagaria. Minha antiga casa? Isabella a destruiu. Meus diários de pesquisa? Queimados na lareira. Minha história? Apagada. "Esta casa," eu disse, "foi comprada com a herança dos meus pais. Metade é minha por direito." Isabella, então, rasgou o próprio roupão e começou a gritar: "SOCORRO! RODRIGO, ELA ESTÁ ME ATACANDO!" Rodrigo me jogou contra a parede. Minha cabeça bateu, e o vidro da mesa se quebrou, cortando minha testa. Sangue. "Você não se cansa de causar problemas?" ele sibilou. Então eu o acertei. "Isso é por me abandonar no hospital." E em Isabella. "Isso é pelos meus diários de pesquisa." Caí, sangrando. Ele levou Isabella embora, ignorando-me. Mas por um milagre, eu sobrevivi. Fui para Genebra. Tudo o que Rodrigo e Isabella destruíram em mim se tornou o alicerce da minha vingança. Eles achavam que me quebraram. Só me tornaram inquebrável. Agora, eu era Sofia Keller. E meu retorno, eu garanto, seria inesquecível.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 16