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A Dor do Renascimento

Capítulo 4 

Palavras: 629    |    Lançado em: 07/07/2025

linda, que eu ajudei a projetar e decorar. Cada can

mas ela não girou na fe

. Era a data do nosso aniversári

e de quando instalamos a fechadura. Rodrigo di

pi

a cam

inutos, e então

lo preso num coque bagunçado, com a expressão de quem foi interrompida de

er? Veio implor

firme e controlada. "Roupas, livros, meus diá

ite relutante. "Seja rápida. Rodrigo não gosta

ume floral que eu sempre usava fora substituíd

s de Rodrigo e Isabella, sorrindo, abraçados. Uma foto enorme deles, tirada em uma viagem recente à

ão sistemática da

so antigo quarto. Meu

io. Meus produtos de cuidados com a pele, na penteadeira, foram substituídos pelos de

gavetas.

o?" a voz de Isabel

stada no batente da porta

tão minha

de mau gosto. Além disso, eu precisava de espaço." Ela sorriu. "Mas não se preocu

o lava. Meus diários de pesquisa. Anos de

oz perigosamente baixa. "Onde

os? Acho que os usei para acender a larei

lareira na sala

ida profissional, tra

ngindo. Mas então, a raiva deu lugar a uma clareza gelada. Er

diferente. Íntima. Tirada na nossa cama. Isabella usava uma lingerie provocante, e Rodrigo a abraçava por trás, o r

a, sofrendo de náuseas terríveis, enquanto ele me di

riso seco,

ue para ela. "Eu realmente acreditei em tudo. A es

sem entender minha calma

e daria e

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A Dor do Renascimento
A Dor do Renascimento
“A dor de uma contração me rasgou, agarrando-me aos lençóis do hospital. Meu marido, Rodrigo, que eu amava mais que minha vida, entrou, mas não estava sozinho. Atrás dele estava Isabella, sua aluna, com uma barriga saliente, e ele jogou uma pasta em mim: "Assina." Eram os papéis do divórcio. "Isabella está grávida," ele disse, friamente, como se falasse do tempo. "Ela ameaçou fazer uma loucura se eu não resolvesse nossa situação." Na minha vida passada, eu implorei, morrendo de hemorragia no parto enquanto Isabella ria. Mas inexplicavelmente, eu voltei. No mesmo dia, na mesma cama de hospital, com a mesma dor. Desta vez, seria diferente. Olhei para Rodrigo, sem sentir nada além de um frio cortante. "Tudo bem," eu disse, com uma calma que o surpreendeu, e assinei, minha caligrafia impecável. Ele me abandonou lá, sangrando e humilhada. Minha filha nasceu, e eu jurei que cada um deles pagaria. Minha antiga casa? Isabella a destruiu. Meus diários de pesquisa? Queimados na lareira. Minha história? Apagada. "Esta casa," eu disse, "foi comprada com a herança dos meus pais. Metade é minha por direito." Isabella, então, rasgou o próprio roupão e começou a gritar: "SOCORRO! RODRIGO, ELA ESTÁ ME ATACANDO!" Rodrigo me jogou contra a parede. Minha cabeça bateu, e o vidro da mesa se quebrou, cortando minha testa. Sangue. "Você não se cansa de causar problemas?" ele sibilou. Então eu o acertei. "Isso é por me abandonar no hospital." E em Isabella. "Isso é pelos meus diários de pesquisa." Caí, sangrando. Ele levou Isabella embora, ignorando-me. Mas por um milagre, eu sobrevivi. Fui para Genebra. Tudo o que Rodrigo e Isabella destruíram em mim se tornou o alicerce da minha vingança. Eles achavam que me quebraram. Só me tornaram inquebrável. Agora, eu era Sofia Keller. E meu retorno, eu garanto, seria inesquecível.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 16