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A Irmã, o Engano e o Mar

Capítulo 2 

Palavras: 822    |    Lançado em: 07/07/2025

Seus olhos, antes brilhantes de empolg

enta controlar a minha vida! Eu

cama. O papel colorido pareceu um ins

respondi, minha voz carregada com o peso da memória qu

ver algo incrível, de fazer algo por mim mesma! Mas você não suporta isso,

feriram, me fizeram sentir culpada. Agora, elas apenas confirmavam

sável por você, Luiza. É um fard

, uma mistura de raiva e mágoa. "Você usa os nossos pa

do a porta com uma força que fez o pequeno porta-retrato dos nossos pais na minha

ãos. O alívio de estar viva era ofuscado pela dor

lular tocou. Era um dos meus

na viagem, né? A Luiza acabou de passar aqui na frente do e

angue

até o es

cho que foram tomar um café. A Sr

o. Luiza tinha ido direto para a fonte d

ei minha bolsa e as chaves do carro. Eu preci

estavam elas, sentadas em uma mesa perto da janela. Sra. Carla falava com gestos elegant

o e entrei na cafeteria, in

amos embor

uma mistura de choque e raiva. Sra. Carla, por outro la

a voz suave e cortante. "Sua irmã e eu estávamos apena

ada" , anunciei, pega

voz subiu de tom, atraindo a atenção de outras

com quem está se

lher de sucesso, alguém que me inspira! D

ntou, o ros

Inveja porque eu ainda tenho uma vida inteira pela frente, enquanto

do da cafeteria. As pessoas nos olhavam a

íquido quente sobre um pequeno objeto que estava ao lado: um pequeno globo de neve com uma foto dos nossos pa

lo chão, junto com a foto encharcada de café.

a mim, mas não havia arrependimento e

tudo com um leve so

ele momento, uma sensação avassaladora de impotência tomou conta de mim. A história estava se repetindo, passo a

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A Irmã, o Engano e o Mar
A Irmã, o Engano e o Mar
“A sensação de água salgada enchendo meus pulmões ainda queimava. Eu estava morrendo. Eu morri. Mas então, eu inspirei. Abri os olhos, mas não era a escuridão do oceano. Era o teto branco do meu quarto, o cheiro familiar de lavanda. Meu celular marcava: Sexta-feira. Um dia antes da viagem. A viagem de mergulho que acabaria com a minha vida. Minha chefe, a Sra. Carla, e minha irmã, Luiza. Elas me traíram. Me deixaram para morrer no fundo do mar. Eu morri, mas renasci, revivendo o dia anterior à traição. A dor e o medo me diziam que não foi um pesadelo. A porta do meu quarto se abriu. Ali estava Luiza, com seu sorriso inocente e um panfleto colorido da viagem. O mesmo sorriso que ela tinha momentos antes de me abandonar. Ela falava de um recife inexplorado, de Sra. Carla pagando tudo. Exatamente como antes. Um aviso soou na minha cabeça. Desta vez, eu não cairia. Eu me levantei. "Luiza, nós não vamos." Seu sorriso vacilou, substituído por teimosia e raiva. "Você sempre faz isso! Sempre tenta controlar a minha vida!" Ela não entendia. Ou não queria entender. Mas eu faria diferente. Eu faria com que a história não se repetisse.”
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