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A Irmã, o Engano e o Mar

Capítulo 4 

Palavras: 517    |    Lançado em: 07/07/2025

l. Um calafrio percorreu meu corpo. Eu estava aqui de novo. A cabeça doía, uma tontura p

a, dormi

porta da pequena cabine, já vestida com um short e uma c

gente se apressar. O merg

tavam frios, avaliadores. A p

tontura me fazendo fecha

, Luiza" , afirm

ão pairo

lou, mas ela se rec

a ontem, só isso. Ficou falando umas coisas estranhas

tindo. Com uma fac

m" , insisti, olhando di

eu morrer. O olhar de alguém que já tinha feito sua escolha, que tinha me condenado. Um flash daquele momento terrível me atingiu: L

i avassaladora. Meu coraçã

o da minha mente. Eu precisava de uma nova t

gnada. "Acho que misturei as bebidas. Minha cabeça

eu. A surpresa em se

assim não va

r com a Sra. Carla e dizer que fico

tontura maior do que a que eu

cima, quase um guincho. O pânico era visível em seus olhos. "

disse "o plan

za?" , perguntei,

o plano da viagem! O roteiro! A Sra

delas, qualquer que fosse, dependia da minha pres

o, mas não dá.

a para trás. Ouvi o som de seus passos apressados lo

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A Irmã, o Engano e o Mar
A Irmã, o Engano e o Mar
“A sensação de água salgada enchendo meus pulmões ainda queimava. Eu estava morrendo. Eu morri. Mas então, eu inspirei. Abri os olhos, mas não era a escuridão do oceano. Era o teto branco do meu quarto, o cheiro familiar de lavanda. Meu celular marcava: Sexta-feira. Um dia antes da viagem. A viagem de mergulho que acabaria com a minha vida. Minha chefe, a Sra. Carla, e minha irmã, Luiza. Elas me traíram. Me deixaram para morrer no fundo do mar. Eu morri, mas renasci, revivendo o dia anterior à traição. A dor e o medo me diziam que não foi um pesadelo. A porta do meu quarto se abriu. Ali estava Luiza, com seu sorriso inocente e um panfleto colorido da viagem. O mesmo sorriso que ela tinha momentos antes de me abandonar. Ela falava de um recife inexplorado, de Sra. Carla pagando tudo. Exatamente como antes. Um aviso soou na minha cabeça. Desta vez, eu não cairia. Eu me levantei. "Luiza, nós não vamos." Seu sorriso vacilou, substituído por teimosia e raiva. "Você sempre faz isso! Sempre tenta controlar a minha vida!" Ela não entendia. Ou não queria entender. Mas eu faria diferente. Eu faria com que a história não se repetisse.”