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Amor Além da Vida e Morte

Capítulo 2 

Palavras: 766    |    Lançado em: 07/07/2025

e ferramentas ao seu lado. A luz da manhã entrava pela janela suja, iluminando as partículas de po

ve...

e. Que chave? Uma chave li

adas a digitar em um teclado, eram desajeitadas, mas a determinação a guiava. Cada

rta da garagem se abrin

om dois copos de café na mão e uma

? Eu bati na porta, mas você n

u corpo entre Carolina e o painel desmontado do carr

só limpando

ixa de ferramentas para o painel aberto do carro

ntando o carro. Por quê? Eu te d

lata velha," Duda respondeu

um gesto de rendição, mas s

Ontem você estava estranha no telefone, e agora isso. É por causa

braço de Duda, ma

ol. Só preciso de

locou os cafés no chão, a gentileza forçad

saiba que isso não é saudável, Duda.

o de suas palavras. "Obcecada." Talvez ela estivess

lho com uma fúria renovada. Horas depois, com as mãos sujas de graxa e suo

os lados. Havia um pequeno compartimento na parte de trás, selado com fita a

via um esp

la tinha imaginado um pendrive, um pedaço d

o da garagem, derrotada.

rando da voz. "A chave... no som." Não "n

olhou para o carro

s online, ela voltou para a garagem. Usando as ferramentas certas, ela com

voz alta, um sussurro para o fant

Raf. Eu juro por tu

promessa

eles pagarem.

iu, não ouviu, uma presença. Uma apro

e conseguiu remover o alto-falante da porta

envolto em fita isolante

a da mão. Era pesado.

a tinha enganado. R

não podia ir à polícia como uma viúva enlutada

Inspetor Silva. O detetive que arquiv

mas. Iria com fatos. Com o legado de Rafa

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Amor Além da Vida e Morte
Amor Além da Vida e Morte
“Três anos. Três anos do cheiro de metal retorcido e pneu queimado. Três anos desde que a vida de Maria Eduarda, ou Duda, se partiu em duas com a morte do seu Rafael, em um acidente de carro "trágico demais". No aniversário da morte dele, sentada no banco do motorista do velho sedã que pertencia ao seu amor, ela ouviu. No meio da estática do rádio, a voz dele. "Não foi um acidente." Seu coração parou. A voz que ela tanto ansiava, agora a assombrava com uma verdade devastadora, "A verdade... eles mentiram...". A polícia, incluindo o Inspetor Silva, arquivou o caso. Ninguém acreditou na viúva "delirante" que falava com fantasmas. Nem mesmo Carolina, sua melhor amiga e rochedo por três anos, que a aconselhou a "seguir em frente e vender essa lata velha". Mas a verdade era uma faca, e agora a lâmina se voltava para ela. A voz de Rafael, vinda do além, revelou o choque final: "Carolina". Não, não podia ser. Sua Carolina? A amiga que a consolou? A mulher que a ajudou a enterrar Rafael? O mundo dela desabou pela segunda vez. Como a pessoa em quem ela mais confiava pôde ser uma traidora? Como ela pôde viver uma mentira por tanto tempo? A dor da traição era um fogo que consumia qualquer resquício de luto, deixando para trás uma fúria fria e afiada. Maria Eduarda, a jornalista investigativa, emergiu das cinzas. Ela olhou para o carro de Rafael, não mais como uma relíquia, mas como a primeira peça de um quebra-cabeça mortal. Ela não era mais a viúva em luto. Ela iria descobrir a verdade. E faria cada um deles pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10