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A Vingança da Filha Desprezada

Capítulo 1 

Palavras: 935    |    Lançado em: 07/07/2025

nco do quarto do hospital. A última lembrança era de uma escuridão fria, a sensação de seu corpo desistindo enquanto a febr

. Tinha ce

. Sentou-se na cama, o corpo forte e saudável. Viu o calendário na parede. A data a f

nha vo

riu e uma enf

a aqui mais cedo. Ele disse que precisav

avra que deu

ão humanitária na Amazônia. Lá, segundo ele, sua vida foi salva por um médico local. Esse médico morreu

udante de medicina, ingênua e dedicada à família. Queria uma irmã

avoritas apareciam no corpo de Joana. Seus livros de medicina sumiam de sua prateleira e

ela história heroica que Joana con

potencial quanto você. Que bo

ão virou s

arlos apresentava Joana com um orgul

nha filha. O pai d

um prêmio na faculdade, seu pai dava um aceno de cabeça. Quando Joana conseguia uma nota

e de hospitais. O casamento era a união de duas famílias poderosas no mundo médico. Mas

Pedro terminou com ela. Ele n

a de mim. Ela é tão frágil. E seu pai apoia noss

dica comentou, mas ninguém a defendeu. Joana era a filha do herói, a proteg

ra um jovem médico promissor estudar no exterior. Maria havia se dedicado por anos. Er

ficial, o nome cham

lsa de estudos em m

lado de Joana, que sorria docemente. Mais tarde, Maria descobriu a verdade. Seu pai usou toda a sua

tudo o que ela perdeu. O pai dela salvou minha vida

o tinha

iva. A humilhação e o abandono a consumiram. Ela adoeceu com uma infecção que seria facilmente tratável, mas foi negligenciada. Se

nha, em um quarto de hospita

queimava dentro dela. A ingenuidade havia morrido com

sma história se repetisse.

o quarto vazio. "Cada lágrima, cada humilhação, cada pedaço da

Era seu pai, Dr. Carlos, com

ado. Tenho uma notícia maravilhosa. Joana está v

dia amou mais do que tudo. Seu

o, um sorriso que nã

osa, pai. Mal posso es

havia c

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A Vingança da Filha Desprezada
A Vingança da Filha Desprezada
“O cheiro de desinfetante foi a primeira coisa que Maria sentiu, familiar e sufocante. Abri os olhos para o teto branco do hospital, e a última lembrança era a escuridão fria, meu corpo cedendo à febre enquanto meu pai, Dr. Carlos, ignorava meus apelos, segurando a mão de Joana. Eu tinha morrido, disso eu tinha certeza. Mas agora, eu estava viva, minhas mãos jovens, sem as marcas da doença. O calendário na parede, um ano antes da minha morte, um ano antes de tudo desmoronar, paralisou-me: eu havia voltado. Uma enfermeira entrou e disse: "Maria, seu pai esteve aqui mais cedo. Resolvendo os papéis da adoção de Joana." Adoção, a palavra que iniciou o meu fim. Dr. Carlos, um cirurgião cardíaco renomado, trouxe Joana da Amazônia, a órfã de um "herói" que supostamente salvou sua vida. Eu, ingênua estudante de medicina, a acolhi como irmã, mal sabendo que ela queria meu lugar. Minhas roupas favoritas, meus livros de medicina, tudo começou a aparecer com Joana, enquanto meu pai, cego pela gratidão e pela história heroica dela, a incentivava. Ele me substituiu por ela em jantares e eventos, celebrando as mínimas conquistas de Joana com um orgulho que antes era meu, e me via apenas como uma sombra. O golpe maior veio com Pedro, meu noivo e herdeiro de uma grande rede de hospitais. Joana, com sua fragilidade fingida, o conquistou. "Maria, Joana precisa de mim. Seu pai apoia nossa união, é o melhor para a família" , foi o que ele disse ao terminar comigo, anunciando o noivado com ela uma semana depois. A sociedade médica me via como a filha descartada, enquanto Joana, a "filha do herói" , era a protegida do Dr. Carlos. Então, veio a bolsa de estudos mais prestigiada do país, meu sonho de anos. Meu nome estava no topo das listas, mas o nome chamado foi o dela. Meu pai, Dr. Carlos, aplaudia-a com lágrimas nos olhos, enquanto eu descobria que ele usou toda a sua influência para transferir a bolsa para Joana. "Joana merece mais, Maria. É uma forma de compensar tudo que ela perdeu. Você já tem tudo" , ele justificou, me despojando de tudo. Fui expulsa de casa, da minha vida, do meu futuro. Sem pai, noivo ou bolsa, adoeci com uma infecção tratável, mas fui negligenciada e morri sozinha em um quarto de hospital barato. Agora, de volta, o fogo da vingança queima. Não sou mais a vítima ingênua, mas sim uma força forjada pela dor. "Vou pegar de volta tudo o que é meu" , sussurrei, "cada lágrima, cada humilhação, cada pedaço da minha vida que vocês roubaram. Joana, pai... vocês vão pagar." A porta abriu e ele, Dr. Carlos, entrou. "Maria, que bom que está bem. Joana está vindo para casa. Finalmente, você terá uma irmã." Meus olhos eram gelo puro, mas forcei um sorriso. "Que notícia maravilhosa, pai. Mal posso esperar para conhecê-la." A caçada tinha começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10