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O Retorno Do Monge Arrogante

Capítulo 2 

Palavras: 628    |    Lançado em: 07/07/2025

o de Pe

é essa, Sofia? V

om uma mistura de choque e nojo. O cérebr

empregado? Um amante qualquer?

traindo a atenção de al

elos de João, que se encolheu um pouco

empregado, Pedro. Ele é

lhos se arregalando. "Não se atreva a usar

de Pedro, tentando

truque para te atingir. Ela deve ter tido esse filho

Sr. Alves, que servia a Ricardo há mais

por favor, acalme-s

errompendo-o. "Você não se mete nisso! V

agoado com a grosseria do jov

e paz para me reconstruir. Apenas o círculo mais íntimo sabia. Para o resto do mundo, incluindo Pedro, eu era apenas a afilhada ou protegi

gocêntrica, buscou a expli

m para tentar garantir meu lugar na mansão Mendes. Era uma história que se e

A ideia de que eu havia "seguido em frente" de u

rente, o dedo aponta

e rosnou. "Eu não quero olhar

sustado com o rosto raivo

. E ele é seu irmão," eu disse, minha voz firme,

tindo! Você acha que pode me enganar c

bastardo" e

substituída por uma o

u filho assim," eu disse,

rosto vermelho de raiva. "Ele não pertence a

m João, como se a simples existência

o avisei, dando

obrir que eu tinha um filho, a recusa em acredit

ui eu mesmo," ele disse, seus o

o, e eu soube, com um terror gelado, q

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O Retorno Do Monge Arrogante
O Retorno Do Monge Arrogante
“Três anos se passaram desde que Pedro Mendes me abandonou na véspera do nosso casamento. Eu, Sofia Oliveira, me tornei a piada da cidade, uma noiva humilhada. Hoje, ele retornou, não como o monge espiritual que alegou ser, mas em um carro de luxo, com um sorriso arrogante e uma nova noiva grávida: Ana Silva, a filha do homem que arruinou minha família. Eles vieram à festa de seu pai, Ricardo Mendes, onde eu estava ao lado dele, não como sua ex-noiva descartada, mas em segredo, como sua esposa. Pedro, em sua audácia, ousou propor que eu fosse sua amante, dizendo que Ana era "compreensiva" e que eu "continuaria sob a proteção de seu pai" . Minha mente voltou à dor e humilhação que enfrentei, e como Ricardo me salvou, me deu uma nova vida e um filho. Eu mantive a calma, fingindo considerar sua proposta absurda, enquanto a vitória cintilava nos olhos de Ana. Até que uma pequena voz ecoou pelo jardim: "Mamãe!" Meu filho João, de quase dois anos, correu e me abraçou, com os cabelos escuros de Ricardo e meus olhos. O sorriso de Pedro e Ana congelou, substituído por um choque assustado. "Mamãe?", Pedro repetiu, a voz fraca. "Que criança é essa, Sofia? Você teve um filho?" Eu o encarei, com um sorriso genuíno. "Sim, Pedro. Eu tive um filho." Então, me virei para o meu pequeno. "João, meu querido, diga 'oi' para o seu irmão mais velho."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10