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Corpo Trocado, Destino Alterado

Capítulo 4 

Palavras: 572    |    Lançado em: 07/07/2025

as pelo som de folhas de papel sendo viradas e tosses nervosas. Sentei-me no meu lugar, na fileira

as provas, ouvi duas garotas sentada

a lá fora? A que estav

a estava quase chorando. Diz

do para frente, fingindo não ouvir, mas m

a que ela não estava bem da cabeça. Tentou

nossa sala de prova. Imagina o show que ela vai dar aqui dent

a de pena e zombaria. Elas não sabiam que estavam falando do meu gato. Miau. Meu pobre

a. Eu tinha arrastado uma criatura inocente para o meio da minha vingança. Ele não merec

al? Um hospício? A imagem de Miau, com os olhos de Bruna,

ir daquela sala e acabar com aquilo tu

ília. O desespero de estar presa, gritando a verdade para um mundo que se recusava a ou

o podia vo

A única maneira de salvá-lo era expor a verdade. E para isso, eu precisava passar nesta

dou para isso. Você sabe cada resposta. Apenas faça. Rezei silenciosamente para que Miau ficasse bem, para que,

. O som da voz dele era um zumbido distante.

irmar meus piores medos, o silêncio tenso

lho alto, como al

s, um

de vozes, passos correndo e um som

erado, vindo da gargan

tinha c

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Corpo Trocado, Destino Alterado
Corpo Trocado, Destino Alterado
“Dona Clara, a babá que me criou como uma segunda mãe, entrou no meu quarto com o sorriso de sempre e um copo de leite morno, prometendo energia para o vestibular. Mas o brilho em seus olhos denunciava algo mais: ganância. Eu já havia vivido essa cena. Lembrei-me de beber o leite, sentir um sono estranho e acordar presa no corpo de Bruna, a filha dela, enquanto a "minha" Bruna, em meu corpo, destruía meu futuro no vestibular. Fui desqualificada, humilhada publicamente, e meus pais, convencidos por elas, me abandonaram, acreditando na farsa da minha própria loucura. Voltei, desacreditada, sozinha, enlouquecendo dentro de um corpo que não era o meu, até não suportar mais e morrer. Mas, para minha surpresa, acordei de volta no meu quarto, no dia da tragédia, com Dona Clara, novamente, oferecendo o leite envenenado. Desta vez, a raiva fervia mais forte que o medo. Eu não seria a vítima. Eu sabia o que elas queriam, e usaria isso contra elas. Precisava entender por que tanto ódio. Com um sorriso doce e falso, peguei o copo. Desta vez, quem sorriria por último seria eu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10