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A Herdeira da Favela

Capítulo 3 

Palavras: 735    |    Lançado em: 07/07/2025

o a maioria dos competidores ia para restaurantes caros ou para os lounges VI

um broche simples, de metal prateado, em forma de estrela. Não era

as com balcão de metal e bancos de plástico. Pedi um pão com manteiga

trondo. Era Camila, seguida por João, Lucas e seu séquito de ad

ste chiqueiro, Sofia?" perg

ico lugar que ela pod

e vergonha e superioridade. Vergonha por estarem associados a mim naqu

e dei uma mord

você, favelada!" a pr

um gole de café e me virei len

que não está claro?" minha v

olhei pa

cachorros, Camila? Eles e

ho de raiva. Mas, para minha s

m falsamente doce. "Sofia está passando por um

a o Le Jardin, o restaurante do últim

va de humilhação. Eu em uma mesa cheia de gen

spondi. "Gosto do m

ros, o sorriso fa

soal. Deixem a Sofia com

o cheiro caro de seus perfumes, que par

mago. A simplicidade deles era uma fachada, construída sobre men

ando em pânico, mas eu estava preparada. Minha coleção era ousada, com cortes assimétricos

tilistas estava exausta, com olheir

filando pelo ateliê como

io como um relâmpago! Acho que vou dar uma festa hoje à noite p

. Havia um brilho estranho neles. O colar ainda estava

uito mais complexo e bem executado do que qualquer coisa

ouvido da cor da pele. E em sua mão, disfarçado como

estava criando para ela em tempo real, e Lucas, com seus contatos, provavelmente consegui

taria. Eles me subestimaram

receber os parabéns dos outros, fingir modéstia, prometer

edadora observa sua presa, esperando o momento

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A Herdeira da Favela
A Herdeira da Favela
“O ar nos bastidores do concurso "Futuro da Moda" era pesado, uma mistura de laquê, suor e ansiedade, mas para mim, Sofia, da favela, era a única chance de provar que talento não tem CEP. De repente, meu irmão João e meu amigo Lucas, meus pilares e patrocinadores, surgem com um colar de "sorte" e um suco para "energia", prometendo apoio. Mas meu celular vibra com uma mensagem anônima chocante: "CUIDADO. O COLAR E O SUCO. É UMA ARMADILHA." A verdade me atinge como um soco: eles queriam me destruir, me ver humilhada na passarela, e o irmão que eu amava e o amigo que eu confiava dançavam sobre a minha ferida. Com a raiva queimando mais forte que a dor da traição, eu decidi. Se eles queriam guerra, teriam. O jogo acabara para eles, e o meu império estava apenas começando.”
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