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O Divórcio e o Recomeço

Capítulo 2 

Palavras: 885    |    Lançado em: 07/07/2025

do que eu sacrifique

uma arrogância que me revirava o estômago. Ela co

i a hipoteca da casa dos seus pais. Eu trabalhei em dois empregos por três anos para q

ilêncio do

ela finalmente disse, com a voz carregad

m idiota,

a. Cada conversa só r

ação era um fato consumado, não algo a ser valorizado. E agora, ela achava

sobre algo tão fundamental como a capacidade de ter filhos e s

entrada com o dinheiro que herdei do meu pai. O financiamento estav

site do cartório de registro de

est

rio: Ana de Souza.

sferência: sei

, trabalhando duro, ela estava no Brasil, transferindo noss

traição emocional. Era um golpe. Um plano met

rma que nunca tinha sentido a

o meu antigo professor da faculdade de arquitet

Miguel. Desculpe liga

o! Que surpresa bo

Aquela vaga de pesquisador assistent

uma

para abrir um novo proc

Eu posso estar aí n

eceu alguma coi

a aqui acabou. Eu preciso recomeçar. E

s para você, Miguel. Você sabe di

as vezes, comprei uma passagem só de

ão por e-mail. Eu não devia

dei sem rumo pela cidade, tentando processar a velocidade

lugar que sempre quis levar Ana,

ão eu

esa na calçada, e

o que eu não via há anos. E ela estava

enta em um prato de comi

me

que odiava o cheiro, que tinha alergia, que a fazia passar mal. Nossa casa era um

supostamente odiava, com uma intimidade que me revirou as entranhas.

do caso. Porque mostrava que o problema nunca foi a pimenta. O problema s

aí andando, cego pe

lar tocou. Era um númer

É a mãe

era um xa

filha fez por você, você a abandona agora qu

onal. A mesma t

e quer que eu os crie. Que tipo de mul

coração grande! E você, como marido, tem a obrigação

alavra que elas usava

lidade agora é comigo me

. Bloquee

olta. Portugal não era mais uma opção. Er

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O Divórcio e o Recomeço
O Divórcio e o Recomeço
“O aeroporto estava cheio, e eu lá, esperando minha Ana, com um buquê de rosas e oito anos de um casamento "dink" que parecia perfeito. Dois anos de saudade estavam prestes a acabar, e meu coração batia forte pela mulher que voltava para casa. Mas o sorriso no meu rosto congelou quando a vi sair pelo portão de desembarque empurrando um carrinho de bebê duplo, com dois bebês dormindo profundamente lá dentro. Meus, não eram. Dela, pelo visto, sim. Ela, impaciente e fria, confirmou: "São meus filhos." E então, a bomba: "Eu menti. Eu sempre pude ter filhos." E o pai? "É o Pedro," seu primeiro amor, aquele que ela dizia estar morrendo, mas que, na verdade, estava vivo o suficiente para me trair por dois anos. Pior: ela exigia que eu largasse tudo para criar os filhos deles, pois Pedro não podia cuidá-los. Como assim? Ela não só me traiu, gerou filhos com outro, como agora me impunha essa monstruosidade? Eu, que "não podia ter filhos", que dediquei minha vida a "nós", descubro que tudo foi uma farsa, um plano meticuloso para me deixar sem nada. A raiva me consumiu quando encontrei o álbum de fotos dela com Pedro, sorrindo e se abraçando, com a barriga de grávida e a legenda "Nossa família. Para sempre." Aquilo não era um favor, era uma trapaça cruel. Então, peguei meu celular. Não havia mais nada a fazer além de ligar para o meu melhor amigo, João, que também era advogado. Minha voz saiu firme, com uma nova determinação, apesar de toda a dor. "João, preciso de você. Quero o divórcio." O jogo dela tinha acabado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10