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O Divórcio e o Recomeço

Capítulo 4 

Palavras: 681    |    Lançado em: 07/07/2025

lado. Eu precisava pegar o resto das minhas coisas pess

stavam vermelhos e inchados, ma

bia que não teria

ue é meu, Ana. E para

cumentos. João ficou ao meu lado,

pasta e a jo

! Você é meu marido! Sua

o você falar de obrigação. Qual era a sua obrigação

tinha que fazer

re não poder engravidar! Você transferiu nossa casa para o seu nom

am. Ela recuou, como se e

ritou. "Pedro me ama de um

á doente e sem dinheiro, e você precisa de alguém para pagar as contas e ser a ba

em palavras. Sua raiva se

e o atirou na parede, ao lado da minha cab

! Você não sa

Senhora, se você não se acalma

u com o olha

pasta do chão e a colo

ine,

. O show dela não me afetava mais. Eu

s olhos buscando qualquer sinal de fra

a pegou uma caneta e rabisc

vai se arrepender disso, Miguel. Você vai volta

cupe. Eu não

u fui ao quarto e comecei a tirar nossa

que ficava sobre a cômoda. Nós dois sorrind

oguei o porta-

r uma. Jogando fora oito anos de m

vi a voz dela vindo da sal

m idiota. Já assinou tudo... Sim, ele está indo embora. Fin

prezo em sua voz... Foi a confirmação fin

s. Uma caixa com alguns livros

do elevador se abriu e a mãe de

aixa nas mãos e ve

! Abandonando

ancar a caixa

a frente" , eu

enhum! Você vai ficar e

ntando me impedir de passar. Su

gota d

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O Divórcio e o Recomeço
O Divórcio e o Recomeço
“O aeroporto estava cheio, e eu lá, esperando minha Ana, com um buquê de rosas e oito anos de um casamento "dink" que parecia perfeito. Dois anos de saudade estavam prestes a acabar, e meu coração batia forte pela mulher que voltava para casa. Mas o sorriso no meu rosto congelou quando a vi sair pelo portão de desembarque empurrando um carrinho de bebê duplo, com dois bebês dormindo profundamente lá dentro. Meus, não eram. Dela, pelo visto, sim. Ela, impaciente e fria, confirmou: "São meus filhos." E então, a bomba: "Eu menti. Eu sempre pude ter filhos." E o pai? "É o Pedro," seu primeiro amor, aquele que ela dizia estar morrendo, mas que, na verdade, estava vivo o suficiente para me trair por dois anos. Pior: ela exigia que eu largasse tudo para criar os filhos deles, pois Pedro não podia cuidá-los. Como assim? Ela não só me traiu, gerou filhos com outro, como agora me impunha essa monstruosidade? Eu, que "não podia ter filhos", que dediquei minha vida a "nós", descubro que tudo foi uma farsa, um plano meticuloso para me deixar sem nada. A raiva me consumiu quando encontrei o álbum de fotos dela com Pedro, sorrindo e se abraçando, com a barriga de grávida e a legenda "Nossa família. Para sempre." Aquilo não era um favor, era uma trapaça cruel. Então, peguei meu celular. Não havia mais nada a fazer além de ligar para o meu melhor amigo, João, que também era advogado. Minha voz saiu firme, com uma nova determinação, apesar de toda a dor. "João, preciso de você. Quero o divórcio." O jogo dela tinha acabado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10