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Sofia: A Música da Vida

Capítulo 1 

Palavras: 889    |    Lançado em: 07/07/2025

Meu corpo estava frio, e cada respiração era um esforço imenso. Do lado

oi só o Ricardo morrer que ela ficou

que um dia chamei de pai, r

nta categoria, se achando grande coisa só porque o pai

por um instante. S

m cruel que arra

enina, com aquele sonho idiota de ser musicista, não aguentou quando a gente garantiu que a minha Laura conseguisse a vaga no Conservatório. Um empur

ã

ã

ão tão profunda que rasgou minha alma. Eu lutei por ela, trabalhei até meus dedos sangrarem para que ela tivesse uma c

abri os

e do tecido barato com que eu trabalhava. Eu estava sentada na minha cadeira de costura, a cabeça latejando. Olh

iva. Eu tin

u meu corpo. Eu tinha uma segunda cha

am

u quarto. Ela apareceu na porta, segurando seu violin

? Parece que v

Eu podia sentir o calor do seu corpo, o cheiro do seu cabelo. Ela estava aqui. Ela

felicidade? Eu sei, eu também mal po

bros e olhando em seus olhos. A pureza,

precisamos ir ao C

. E o papai disse que ia encontrar

já estava morto há um ano. Nesta vida, ele a

ma carta de recomendação pessoal para o diretor do Conservatório, um velho amigo dele. Ele disse: "Maria,

era a nos

espere

pequena caixa de madeira, junto com as joias baratas que herdei da minha mãe. Abri

te consegui, me

estava

tava lá. Revirei a caixa, a gaveta, a cômoda inteira, jogando tudo no

ca

ofia para "ajudar". Ele era o único, além de mim, que sabia da carta. Ele

orte. Sofia me olhou, sua expressão

eceu? Você não enco

r. O desespero ameaça

acalmar. Um sorriso inocen

para organizar tudo. Ele me disse no telefone ontem que ia cuidar de ca

dela era uma mentira, e eu era a única que sabia. A segunda chance que eu recebi parecia uma piada de

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Sofia: A Música da Vida
Sofia: A Música da Vida
“O cheiro de desinfetante e a fraqueza do meu corpo eram o prelúdio. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz cruel da minha cunhada Joana e do meu sogro, declarando minha morte iminente e zombando de mim. "Finalmente essa mulher vai morrer", disseram, cuspindo veneno. Minha respiração parou quando mencionaram Sofia, minha filha. Joana riu, descrevendo como orquestraram a queda de Sofia, roubando sua vaga no Conservatório para sua própria filha, Laura. O choque gelou meu sangue: Sofia, minha doce e talentosa filha, humilhada ao ponto do suicídio. A dor não era da doença, mas de uma traição tão profunda que rasgou minha alma. As vozes continuaram, descrevendo os detalhes sórdidos do plano deles. Meu coração, já exaurido, se partia ao ouvir cada palavra. A injustiça era esmagadora, a raiva fervia e o desespero me consumia. Eu, que lutei por ela até meus dedos sangrarem, via tudo desmoronar. Minha última respiração foi um grito silencioso de ódio, uma promessa fria de vingança. De repente, abri os olhos para um apartamento familiar, com o cheiro de café e tecido barato. Estava viva, de volta, com uma segunda chance. Sofia, com seu violino e sorriso vibrante, me chamou: "Mamãe, você está bem?" Mal sabia ela que eu estava de volta para reescrever nosso destino.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10