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A Cura de Eva: Encontrando o Amor Depois da Tempestade

Capítulo 2 

Palavras: 666    |    Lançado em: 07/07/2025

ei-me sozinha, a preencher os formulários para a cirurgia. A

rovavelmente estava a "consolar" a S

com uma mensagem de u

mei a ambulância para si ontem na ponte. Só quer

anho. Um completo estranho mostrou mais

has nos meus dedos. "Obrigada, Tiago. Eu

ão consigo imaginar o que está a passar. Se precisar de alg

ara o espaço vazio ao meu lado onde o Ped

mero. "Obrigada.

chamou o meu no

sa que senti foi um vazio. Um vazio físico,

ao lado da minha cama. A sua expressão não

ve de ir. A coitadinha da Sofia teve outra crise de ansiedade. El

eu estava. Ela não me

ecitar um facto de um livro. "Mas tu tornas as coisas tão difíc

ho deixou-me a sangrar no meio de uma ponte para ir ter com a ex-namorada

a ligação que eles têm. É profunda. A

Ser forte. Ser a que aguenta tud

oz a ganhar força. "Acabou. Eu

amento por causa de um pequeno deslize? O Pedro é um bom part

espondi. "E isso, a parti

is acabar sozinha e infeliz. O Pedro vai seguir em frente. Ele vai

ar, para me diminuir. Mas não funcio

a cansado, os seus olhos vermelhos. Por um momento fuga

médico deu-lhe um sedativo. Acho que devemos ir

nha direção. Eu era uma pe

a alisar a sua saia. Ela lançou-me um último ol

ilho, unidos na sua missão

o vazio a consumir-me. Mas por baixo da

libe

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A Cura de Eva: Encontrando o Amor Depois da Tempestade
A Cura de Eva: Encontrando o Amor Depois da Tempestade
“Quando o médico me disse que o meu bebé já não tinha batimento cardíaco, o mundo parou. O meu marido, Pedro, estava ao meu lado, agarrado ao telemóvel, mais preocupado com ele do que comigo. Poucas horas antes, eu implorei-lhe para vir, estava a sentir dores excruciantes e a perder o nosso filho. Mas ele nunca chegou. Em vez disso, recebi uma mensagem: "A Sofia teve um ataque de pânico, tive de a levar para casa. Pega um táxi para o hospital." Um estranho chamou uma ambulância para mim. No hospital, Pedro não olhava para mim, mas para o seu telemóvel vibrando incessantemente. Eu sabia que era dela, da sua ex-namorada Sofia. A dor era insuportável, mas a traição... essa dor era mais aguda. Ele não se preocupava com a perda do nosso filho, nem sequer comigo. Olhei para ele, para o seu rosto, e disse a coisa mais clara que me veio à mente: "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele reagiu com incredulidade e raiva. "Divórcio? Tu estás a destruir a nossa família!", gritou ele. A sua mãe, Dona Isabel, juntou-se ao coro, ligando e chamando-me de "inútil" e "desleixada". "Como é que ela pôde ser tão descuidada? Não consegue sequer levar uma gravidez a termo!", ouvi a sua voz estridente através do altifalante. Pedro não me defendeu. Naquele momento, percebi a terrível verdade: para eles, eu era apenas uma performance, uma prova da minha utilidade. E eu tinha falhado no teste. No entanto, quando acordei da cirurgia, o vazio no meu coração foi acompanhado por uma nova clareza gelada. Pedro e a sua mãe tinham-me abandonado. Pior ainda, Pedro trouxe a Sofia para a nossa casa, para a nossa cama, enquanto eu estava no hospital a recuperar da perda do nosso bebé. Senti raiva, nojo e uma convicção inabalável. Não iria chorar. Não me iria desculpar. Eu iria lutar. Peguei nos meus sapatos de bebé, as cinzas na minha boca eram o amor que morrera. "O amor que tínhamos morreu," eu disse, olhando-o nos olhos. "Morreu na ponte, quando me deixaste sozinha. Foi enterrado aqui, nesta cama, com o cheiro do perfume dela." Ele tentou agarrar-me, mas eu empurrei-o. Sabia que a partir de agora, não estaria sozinha. Alguém me tinha perguntado como eu estava. Alguém se tinha importado. Eu iria sair dali. Eu iria viver. E ele ia ver o que tinha perdido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10