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O Resgate da Herdeira Amada

Capítulo 4 

Palavras: 656    |    Lançado em: 07/07/2025

e de rim, eu deixei a acusação pairar no ar

mudei d

or um instante e focar no presente. Sr. Silva, o se

loso. "Sim, ela viv

ia de ver o quarto maravilhoso que você

ente. "Não é um bom momento, a

a," eu disse, sorrindo. "Ana Paula, v

s pais com medo. Eu lhe dei

vava aos quartos principais. Em vez disso, ela nos guiou pela cozinha, passa

" ela su

o de mofo e umidade me

quarto. Era

ertura gradeada perto do teto. A única mobília era uma cama de ferro velha e enferrujada com um colchão fino e m

stos uma mistura de choque e vergonha. Era óbv

uarto?" A Sra. Silva ga

," disse Ana Paula em voz baixa

anto o quarto de hóspedes de luxo fica vazio? Enquanto

"Eu não sabia... achei que ela estava em um dos quartos de ci

recuou. "Eu... eu pense

em gostaria de viver e

s Silvas, meu c

nchete: 'Magnata da construção e sua esposa socialite mantêm filha biológica em condições análogas à esc

o eram lágrimas de remorso. Eram lágr

ós podemos consertar... vamos da

am que um quarto novo apaga anos de negligênc

alto. "O que vo

entiu todos os dias nesta casa. Eu quero que vocês olhem p

falando baixo para que

seu status, pela sua vidinha perfeita que está desmoronando. A verdade é que vocês nunca quiseram uma filha

orar e me olhou

ais honesto que a

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O Resgate da Herdeira Amada
O Resgate da Herdeira Amada
“Eu estava no meio de uma crítica furiosa a um livro online quando tudo ficou preto. "Que enredo mais clichê! A filha trocada, a família rica malvada, a mocinha que só sabe chorar!" Foi a última coisa que digitei. Uma voz mecânica e fria soou na minha cabeça, como um GPS com defeito: [Host detectado com alto nível de insatisfação. Missão: Corrigir a "porcaria clichê".] Fui designada como Maria, a babá, com uma missão absurda: Proteger a verdadeira herdeira, Ana Paula. Fui jogada em uma sala gigantesca. Lá, Juliana, a filha falsa e mimada, estava humilhando Ana Paula, a legítima herdeira, pálida e com roupas gastas. "Você é surda ou burra, Ana Paula? Você faz tudo para me irritar, não é?" A sra. Silva, a mãe adotiva insensível, não fez nada. Meus olhos se encheram de uma raiva fria. Ana Paula, a garota trocada, maltratada e esquecida, não merecia aquilo. Senti algo ferver dentro de mim, uma indignação que não conhecia limites. Aquela "porcaria clichê" precisava de alguém para acabar com a injustiça, e esse alguém seria eu. Agarrei o pulso de Juliana. Soltei com um empurrão e ajudei Ana Paula a se levantar. Olhei para a família Silva e anunciei: "Fiquem longe dessa gente desprezível. Vamos ser cidadãs de bem e construir um Brasil forte!" Eu não estava lutando apenas por Ana Paula, mas contra toda a hipocrisia e injustiça social. Por 500 milhões de reais e pela justiça, eu não só construiria um Brasil forte, eu construiria um Brasil novo em folha para Ana Paula.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12