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O Sol Depois da Tempestade

Capítulo 1 

Palavras: 681    |    Lançado em: 07/07/2025

que vi foi o teto branco do hospital.

o sentia-se pesado, como se tives

perna esquerda fez-me gritar. Olhei para baix

cadeira ao lado da cama, a olhar para o

hamei, a min

s encontraram os meus por um segund

, o seu tom de voz pla

mamã?" perguntei, o pânico a

rro a derrapar na estrada molhada, dos

sar noutro quarto," respondeu ele, ainda sem me olhar. "Tiveste

sentia com sorte.

minha voz a tremer. Eu es

Um silêncio pesado e terr

isti, a minha voz a subir

nos seus olhos que eu nunca tinha visto a

sse ele, cada palavra a cair como u

omeçou a girar, e o som nos meus ouv

podia ser

abanando a cabeça. "Eu senti-o a m

Não havia nada que os

som. Uma dor avassaladora, pior do que qualquer osso partido, rasgou

do. Ele colocou uma mão no meu ombro,

," disse ele. "Vamos

lavras soavam

ou. O seu rosto estava vermelho e inchado de tanto chorar. Mas ela não

s bem!" soluçou ela. "Quando soube do

Pedro fosse a ú

e se magoou mais," disse el

s cheios de uma emoção que eu não conseguia de

ou ela de repente, a sua voz cheia de urgênci

cunhada. A filha p

spondeu Pedro, a sua voz tens

ando a mão sobre o coração. "Oh,

er mencionou o neto que acabara de perder. Era co

coisa, que a defendesse, que me defendesse. Mas ele perm

hospital, com o corpo partido e o coração

amília. O meu bebé

nas... des

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O Sol Depois da Tempestade
O Sol Depois da Tempestade
“Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro que me deixou com uma perna partida e a memória em branco, a primeira coisa que perguntei foi pelo meu bebé de oito meses. O meu marido, Pedro, sentado ao meu lado, respondeu com um tom vazio: "O bebé não sobreviveu, Ana." A dor da perda era insuportável, mas o choque maior foi a sua frieza, a indiferença assustadora da minha sogra e da cunhada, que só se preocupavam com a segurança do Pedro. Senti-me descartável, como se a minha perda e o meu sofrimento não significassem nada para eles. Mas a semente do terror foi plantada quando a minha mãe me sussurrou: "Não foi um acidente simples. Os travões falharam." E que a Catarina, irmã do Pedro, os tinha ameaçado minutos antes. O airbag do Pedro abriu, o meu não. Ele saiu ileso, eu perdi o nosso filho e quase a minha vida. Quando o confrontei, ele hesitou, a sua calma quebrou-se, e vi a culpa nos seus olhos. Deitada naquela cama, com o coração despedaçado, percebi a verdade mais cruel: ele tentou matar-me e ao nosso filho. Não havia tempo para desespero. Liguei à minha mãe, a minha voz uma lâmina fria enquanto eu dizia: "Quero o divórcio, e quero justiça."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10