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O Sol Depois da Tempestade

Capítulo 4 

Palavras: 623    |    Lançado em: 07/07/2025

campo de batalha. O Sr. Alves e a minha mãe trabalharam incansavelmente

de o Sr. Alves lhes ter apresentado a teoria da sabotagem e a chamada suspeita da Catari

me. Em vez disso, recebi um

Depois de tudo o que o meu filho fez por ti, é assim que lhe p

o meu bebé," respondi calmamente, rec

rovavelmente fizeste alguma coisa para causar o acidente

Que dinheiro? O Pedro está falido, não está, Helena? É por i

do outro lado da linha.

do Pedro estava à beira da falência. Ele estava afogado em dívida

sabes de nada,

seu filho que nos vemos no t

entava o meu desejo de justiça. Eu não estava a lutar apenas por mim; esta

is, o Sr. Alves

ito. "O perito encontrou provas de sabotagem. O fluido dos travões foi deliber

o e validação. Eu não e

" perguntei, o meu

traram algo interessante. O Pedro tem uma apólice de seguro de vida em teu nom

ssão, o seguro de vida. O meu filho e eu éramos apenas um

Catar

mos a analisar as suas finanças. Alguém teve de fazer o trab

eu lado, apertou a minha mão. "Vamos

z. A verdade estava a vir à tona. O nevoeiro de confusão e dor

ente. No sonho, eu estava a segurá-lo. Ele era pequeno e perfeito,

rosto, mas não eram de

ti, meu anjo," sussurrei para

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O Sol Depois da Tempestade
O Sol Depois da Tempestade
“Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro que me deixou com uma perna partida e a memória em branco, a primeira coisa que perguntei foi pelo meu bebé de oito meses. O meu marido, Pedro, sentado ao meu lado, respondeu com um tom vazio: "O bebé não sobreviveu, Ana." A dor da perda era insuportável, mas o choque maior foi a sua frieza, a indiferença assustadora da minha sogra e da cunhada, que só se preocupavam com a segurança do Pedro. Senti-me descartável, como se a minha perda e o meu sofrimento não significassem nada para eles. Mas a semente do terror foi plantada quando a minha mãe me sussurrou: "Não foi um acidente simples. Os travões falharam." E que a Catarina, irmã do Pedro, os tinha ameaçado minutos antes. O airbag do Pedro abriu, o meu não. Ele saiu ileso, eu perdi o nosso filho e quase a minha vida. Quando o confrontei, ele hesitou, a sua calma quebrou-se, e vi a culpa nos seus olhos. Deitada naquela cama, com o coração despedaçado, percebi a verdade mais cruel: ele tentou matar-me e ao nosso filho. Não havia tempo para desespero. Liguei à minha mãe, a minha voz uma lâmina fria enquanto eu dizia: "Quero o divórcio, e quero justiça."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10