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Bodas de Ouro: O Preço da Traição

Capítulo 2 

Palavras: 591    |    Lançado em: 07/07/2025

o filho único, Pedro, com todo o amor do mundo, ensinaram valores, ensinaram sobre respeito e dignidade. Eles nunca tiveram muito luxo, mas nunca faltou o essencial. O amor e o resp

casa tinha uma his

a ligação. E

zombaria. Lembrou-se novamente da cena de mais cedo. Pedro chegando, sorridente, o esforço para carregar a caixa p

u filho! Qu

a em sua mente.

memorarem em gran

desde que se casara com Ana. Ela nunca se importou em ajudar. Ajudou a pagar o casamento, ajudou a dar entrada na casa deles, ajudava com as contas sempre

ia estremeceu. Era o mesmo núme

novo. A voz agora ti

você que

rência? Estou esperando. Precis

roubo. Se vocês precisavam de dinheiro, deveriam ter p

ebochado do out

desconto pra senhora. Que tal quatro mil e quinhentos? É um bom

A audácia daquela mulher era inacreditável. Ela estava tratando aq

ação nenhuma, Ana. Você

cês, mostrar que é um bom filho. Eu só estou consertando a besteira que ele fez. Ele gastou

a mulher estava invertendo a situação, colocando Sofia como a vilã ins

Ana. Eu vou convers

com vergonha. É melhor a senhora re

padrão de comportamento de Ana. Sofia sentiu um cansaço profundo

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Bodas de Ouro: O Preço da Traição
Bodas de Ouro: O Preço da Traição
“Era para ser a celebração de meio século de amor, minhas bodas de ouro com Carlos, meu companheiro de vida. Mas a alegria virou pó quando a caixa de frutos do mar, o "presente" de nosso filho Pedro, comprado com o dinheiro do aluguel, se transformou em uma moeda de troca para Ana, nossa nora. Ela exigia cinco mil reais, transformando um gesto de carinho em um ato de extorsão. A voz de Ana, antes melíflua, endureceu, e a humilhação escalou quando me vi diante de acusações sórdidas sobre minha "filha secreta", Júlia. Como uma mulher tão fria e calculista pôde roubar não apenas nosso dinheiro, mas a paz e a dignidade de uma vida inteira de trabalho e honestidade? Mas a fúria que subiu em mim, forjada em cinquenta anos de resiliência, não me deixaria prostrar. Rasguei o soro do braço no hospital, minha mente clara. Não haveria mais silêncio, nem submissão. A casa que um dia dei ao meu filho se tornaria o palco da minha vingança. Com Carlos ao meu lado, e Júlia, minha filha de coração, confirmando a verdade, eu quebraria cada mentira, cada objeto, e colocaria um ponto final na farsa. Seria ela ou eu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10