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Além da Maldição

Capítulo 3 

Palavras: 789    |    Lançado em: 07/07/2025

e esgotando, para mim parecia ter parado. A casa, antes cheia de vida, das discussões científi

dia, levando comida, garantindo que tomasse seus remédios, mas sentia que ela estava se afastando cada vez mais

nsinando a olhar as estrelas pelo telescópio, explicando as constelações com uma paixão contagiosa. Lem

Elas me lembravam do que eu havia perdido, do

bilhete do meu pai. Era como nossa família se referia à doença.

a, mas que ele estava obcecado em encontrar uma cura para a nossa linhagem. Falar sobre uma "maldição familiar" soari

oisa por ela. Mas eu também a culpava. Culpava por seu silêncio, por sua aparente rendição. Eu queria que ela l

meu pai e amigo da família, começou a me visitar. Ele era alguns anos mais velho

va comigo na cozinha, às vezes em silêncio, outras vezes me fazendo falar sobr

ha, Sofia", ele disse um dia, sua mão c

te. Foi a primeira vez em meses qu

zer, Lucas. Sinto que est

trar uma saí

ossa. Seus pais me viam quase como uma filha.

próximo sábado. Queremos muito que você e Helena ve

ento social parecia uma tarefa impossível. Ela mal inte

Lucas me ligou logo em seguida, c

te ligou,

acho que seja uma bo

para você, Sofia. Você não pode se trancar aqui para sempre. Eu

resistência começou a ceder. Talvez ele estivesse cert

a voz pouco mais que u

inha mãe tivesse uma crise? E se ela se recusasse a ir? Eu estava andan

u, sua voz calma me aca

co. Ou

udo certo. Apenas respire f

um mar de incertezas. Eu me agarrei a essa sensação de segurança, espera

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Além da Maldição
Além da Maldição
“Meu pai, um cientista renomado, e minha mãe, uma pesquisadora que abandonou a carreira devido a uma doença degenerativa familiar, vivíamos uma rotina de amor e silêncio. Um dia, minha mãe, geralmente apática, me alertou: "O tempo está se esgotando." Horas depois, meu pai desapareceu, deixando apenas um bilhete enigmático sobre uma "fórmula", uma "maldição" e um aviso sinistro: "Não confie em ninguém. Nem mesmo na família." A polícia ignorou minhas súplicas, classificando o caso como desaparecimento voluntário. Minha mãe, em seu estado de saúde frágil, apenas me deu uma única pista: a palavra "Raízes". Em meio à nossa dor, Lucas, um colega do meu pai, tornou-se meu porto seguro, prometendo me ajudar. Contudo, em um jantar de família, minha mãe sussurrou algo para Lucas, que empalideceu e, pouco depois, sofreu um acidente de carro, com os freios sabotados. Meu tio Ricardo, irmão do meu pai, surgiu de repente na TV, anunciando que iria a "Raízes" para "revelar a verdade" sobre a pesquisa "perigosa" do meu pai. Minha mãe, em um raro momento de lucidez, ligou-me, avisando: "Não vá, Sofia, é uma armadilha. Ricardo... ele não é..." A ligação foi abruptamente cortada por um baque, e minutos depois, a notícia: minha mãe foi encontrada morta, "suicídio". Minhas ligações e os avisos de minha mãe foram ignorados, e a traição de Ricardo se revelou: por inveja do pai, ele estava por trás de tudo. A "maldição" não era uma doença, mas a ganância de meu tio Ricardo, que manipulou minha mãe para orquestrar sua morte, tudo para me usar como "catalisador" em uma fórmula de "aprimoramento genético". Mas meu pai me ensinou a sempre estar um passo à frente. Gravei a confissão de Ricardo e a transmiti ao vivo para a polícia. As sirenes ecoaram na pequena cidade, e enquanto Ricardo era levado preso, percebi que a verdadeira maldição havia sido quebrada. Agora, a busca pela verdade se transformou em uma jornada para honrar o legado dos meus pais e transformar o sofrimento em esperança para um futuro de cura.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10