icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Redenção do Nosso Amor

Capítulo 1 

Palavras: 1142    |    Lançado em: 08/07/2025

e. Eu podia ouvir os gritos da minha mãe, um som que rasgava a noite e a minha alma, e

o na escuridão antes da m

prima,

torioso, enquanto as chamas dançavam em seus olhos, refletind

um veneno no ar carregado de cinzas. "T

m seu coração de ouro, a tratou como uma filha. Meu pai, sempre tão protetor, abriu

Para herdar nossos bens. Para ro

u. A escuridã

ntã

a, você está

peito, o ar entrando nos meus pulmões com uma urgência desesperada. Eu não e

da minha casa. A casa que

ente, o rosto dela cheio de preocupação. Seus olhos gent

, querida. Acontec

braços cruzados. Ele me olhava com seu jeito pragmát

voz dele firme, exatamente como eu me lembrava. "Sua

un

, a decoração familiar, o cheiro de café que minha mãe sempre pass

ado. Tinha vo

agédia começou. O dia em que decidi

ndio terrível que levou seus pais. Bruna foi a única sobreviv

heia de uma piedade que, na minha vida passada, nos custou tudo. "Mas ela

ai su

a responsabilidade enorme. E

ensa em dinheiro. Ela vai fazer da vida da Bruna um inferno.

pendo a conversa. Meu coraç

porta, o rosto já se abrindo em um so

un

roupas emprestadas que eram grandes demais para ela. Seus olhos estavam vermelhos e

em pele d

ogou nos braços da minha mãe, que a a

, calma. Vai ficar tudo be

. Por uma fração de segundo, a máscara de dor vacilou. Eu vi um brilho de cálculo, de avaliação. Ela

ou ao lugar, e ela de

idente em seu rosto. Ele nunca foi bom

pela sua perda" , e

la caminhou lentamente em nossa direção, os ombros encurvados, a cabeça

e ajo

onde ir. Tia Márcia não me quer. Ela disse que sou um fardo. Por favor... por favor, me deixem ficar. Eu faço qualq

ar. Minha mãe já estava com os olhos marej

isse minha mãe, tentando puxá-la para cima.

ida passada, esse foi o momento em que eu cedi. Eu, com minha ingenuidade e meu d

ras selaram

coisas seria

cheia de expectativa. "O que você acha

olhava de baixo para cima, o rosto molhado de lágrimas falsas,

rendo nas minhas veias. A memória do fogo, da dor, do sorriso

passando por toda a encenação, e v

ília. Desta vez, ele

me, clara e sem um

eu pai ergueu as sobrancelhas. E Bruna, por um instante, esqueceu de chorar. Seus olh

e declarar guerra.

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Redenção do Nosso Amor
A Redenção do Nosso Amor
“O cheiro de fumaça sufocava meus pulmões, e os gritos da minha mãe rasgavam a noite e a minha alma. Então, o silêncio pesado preencheu o espaço, indicando que eu estava sozinha. No meio do caos, flutuando na escuridão antes da morte, o rosto dela surgiu: minha prima, Bruna. Ela não chorava; em vez disso, sorria friamente, vitoriosa, enquanto as chamas de nossa casa se refletiam em seus olhos. "Finalmente", ela sussurrou, a voz como veneno. "Tudo que era seu. Agora é meu." A dor da perda era insuportável, mas a traição, ainda pior. Nós a acolhemos, minha mãe a amou como filha, meu pai abriu as portas de nossa casa e eu a tratei como irmã. Ela nos pagou com fogo e morte. Para roubar nossa vida, ela destruiu tudo. O teto desabou, engolindo-me na escuridão. No entanto, um chamado familiar me trouxe de volta: "Sofia? Filha, você está me ouvindo?" Abri os olhos com um sobressalto, o coração batendo descontroladamente. Eu estava na sala de estar, minha mãe, Dona Lúcia, e meu pai, Seu Carlos, estavam vivos e bem. "Estamos discutindo sobre a Bruna", disse meu pai. "Sua mãe acha que deveríamos trazê-la para morar conosco." Bruna. O nome ecoou como uma pedra no meu estômago. Olhei o calendário, e a data me atingiu como um soco. Eu havia voltado. Voltei no tempo. Para o dia exato em que a tragédia começou, o dia em que acolhemos a cobra em nosso ninho. "Não", declarei, a voz surpreendentemente firme.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10