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Noivado Desfeito, Coração Partido

Capítulo 3 

Palavras: 885    |    Lançado em: 08/07/2025

nico em seu rosto era real, ele a segurou em

cê está bem? O bebê!", ele gritava, a

um dedo trêmulo, "Ela me empurrou! Ela tentou machucar nosso fil

io, suas lágrimas, sua voz embar

os olhares de pena que antes eram dirigi

nst

assi

ueimando com uma fúria que eu nunca tinha v

eus passos pesados ecoa

ele apenas chutou minha c

deixando sem ar, eu tossi, sen

ou, chutando-me de novo e de novo, "Voc

tando proteger meu corpo d

ável, mas a injust

gui sussurrar entre

ando meu cabelo e batendo minha

ar, pontos pretos dan

lhando ao redor como um animal enjaulado. "Ela pr

ãos, minhas mãos de dançarina,

," ele disse para Sofia, que agora o observava c

ara um de se

me um a

e gelado, tomou conta de m

Carlos, não faça isso...",

uma ris

agora? É t

m um alicate de metal

a," João Ca

ndo meus ombros, o outro minhas pernas, eu

elhou ao meu lado,

recisam ter mãos perfeitas," ele zombou,

, prendeu o alicate na base da

nte, uma explosão branca de puro sofrimento, eu senti a unha send

brindo minha mão e

, calmamente, como se es

implorei, mas ninguém me ajudou, a multidã

ma máscara de falsa preocupação,

ja demais...", ela disse, a vo

nosso filho!", ele respondeu, sem ti

egunda unha, e d

mim morria, a dor era tão intensa qu

endo o quanto amava minhas mãos, como elas eram delicadas e for

a era d

e amor eterno, tudo se desfez em um banho

a minha mão esquerda,

apenas chorava silenciosamente, as lágrimas se

i arrancada, eu estava

e ensanguentado no

s seus homens. "Joguem ela em algum cant

aproximou de mim, agachando-se

u," ela sussurrou, o hálito quente no meu ouvi

o no meu sangue e o es

ela gritou, mostrando o braço

, se virou e me deu um

o fico

vi foi o som da risad

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Noivado Desfeito, Coração Partido
Noivado Desfeito, Coração Partido
“A festa de noivado deveria ser meu coroamento. João Carlos, o imperador do Carnaval, prometeu-me o mundo, o título de Rainha da Unidos de Vila Rica. Eu, Maria, a Folha de Lótus, flutuava em um sonho de luxo e amor. Então, Sofia irrompeu, uma mulher em prantos, balbuciando sobre promessas e um filho. "Eu sou a mãe do seu filho!", ela gritava. O sorriso dele sumiu, e ele, meu noivo, rasgou o vestido dela, humilhando-a publicamente. Mas o horror apenas começara. João Carlos, então se virou para mim, seus olhos frios me analisando como se eu fosse um objeto. "Você não será mais a Rainha, o seu lugar não é no topo, você será a madrinha de bateria, um prêmio de consolação", ele cuspiu. A humilhação me atingiu como uma onda, roubando meu ar. Naquela mesma noite, ele me empurrou contra a parede e ordenou a seus seguranças: "Ela precisa aprender uma lição sobre respeito, mostrem a ela." Um tapa, seguido pela dor e pela visão turva. Sofia, a ex-noiva, se aproximou, com um falso ar de preocupação, seus olhos brilhavam de triunfo. Ela me manipulava, me vendo sofrer, e então vi, perto do olho dela... uma marca de nascença vermelha, idêntica à minha. Essa coincidência gelou minha espinha, mas a dor e a raiva eram mais fortes. Eu não precisava de sua pena. Eu era a peça principal de um sacrifício orquestrado. Eles pensaram que me quebraram, mas apenas despertaram a mulher que eu não sabia que existia. A Folha de Lótus estava morta. Maria nascia das cinzas, pronta para a guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10