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A Vingança Silenciosa da Ex-Esposa

Capítulo 4 

Palavras: 485    |    Lançado em: 08/07/2025

órcio chegou ao Diog

foi imediat

e sete vezes segu

eçou a envi

telefone. Preci

ão podes simplesmente fu

vogado? Ele está a acusar a min

aura. Podemos resol

rir. Amor. Ele não sabia

das as men

a Sónia come

voicemail era

ateada. Porque não vens a casa para conversarmos? Podemos re

agem sem a ouv

ela mulher era

usou a morte do meu neto e agora

furiosa quan

as a ir! É um

u não sou

não des

rmã do Diogo, apareceu à po

la parecia pálida e magra, com o

lar?", perguntou e

-se à minha fre

tem nada pa

rem-se de lágrimas. "É sobre o Diogo. Ele não está

go que já foi pena. Mas

"Eu precisei dele, Eva. O meu filho

olhar, incapa

elo bebé. Mas foi um acid

E não me fales de acidentes. Eu sei o que

o a rir com a mãe dela mo

planear como se

o seu rosto a fica

ta para ele. Ele vai d

ema meu. Agora, por

ara, o som final a ecoa

braço à volta d

este

meu coração batia

isto era ap

ia desistir tão facilmen

de estar

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A Vingança Silenciosa da Ex-Esposa
A Vingança Silenciosa da Ex-Esposa
“Quando a enfermeira me entregou a certidão de óbito do meu filho, as minhas mãos tremiam incontrolavelmente. Ao meu lado, Diogo, o meu marido, mantinha os olhos fixos na porta da urgência onde a irmã tentara suicídio. Nem um olhar, nem uma palavra para a nossa perda devastadora. A minha voz saiu quebrada: "Diogo, o nosso filho morreu." A resposta dele, fria e distante, foi uma facada: "Eu sei. Os médicos não disseram que foi um acidente?" Um acidente. Sim, um "acidente" provocado pela sua família. Se a sua mãe não me tivesse empurrado escada abaixo durante uma discussão, o meu filho de sete meses ainda estaria seguro dentro de mim. Mas ele, cego pela lealdade à mãe e à irmã, passou por mim, deitada numa poça do meu próprio sangue, para correr para outro quarto. Quando finalmente apareceu no hospital horas depois, foi apenas porque a Eva também estava lá. Ele olhou para o documento da morte do nosso filho como um pedaço de papel sem importância, dizendo: "A Eva precisa de nós agora." A sua família orquestrou a minha queda, a morte do meu bebé. E ele, o meu marido, acreditou nas suas mentiras, ignorando a minha dor. Como poderia o amor sobreviver a tal traição? A sua cegueira e indiferença são imperdoáveis. Quando eu soube que estava grávida, tinha esperança, alegria. Agora, só resta a dor mais profunda. Mas a dor quebrou-me e, ao mesmo tempo, deu-me força. Não sou mais a mulher ingénua que ele despreza. Chega. Eu vou lutar. E eles vão pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10