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Chamas do Ódio, Amor Perdido

Capítulo 2 

Palavras: 848    |    Lançado em: 08/07/2025

a insistente, quase quebrando o silêncio da noite. Eu desci as escadas me apoia

ou para o lado e entrou, seus olhos va

tá? O que voc

obstáculo, a sombra irritante que seguia Isabela para todo lado. Na vida passad

ara o andar de cima. "Ela foi drogada.

m desprezo, como se

você? Você sempre fo

istema estava ficando mais forte. Minha cabeça

sse, minha voz um sussurr

graus. Ouvi a porta do meu quarto se abrir e, logo depois, a v

entregado ela ao homem que ela amava

recisava cu

m banho, de qualquer coisa que pudesse apagar esse fogo interno. Sair de casa era a ún

ar frio da noite bateu no meu rosto, mas não trouxe alívio. Dirigir estava fora de que

ei-me de um clube sofisticado a alguns quarteirões de distância, um lugar que tin

luzes pulsantes pioraram minha tontura. Fui dire

ro. Agora" , murmurei para a rece

, você es

responder, uma voz fi

está c

olhos penetrantes, me segurou pelo braço, me dando apoio. Ela u

her à recepcionista, que assen

ua mão firme em minhas costas.

, perguntou ela, sua voz calm

, consegui dizer. "Prec

clube e me levou diretamente para o banheiro espaçoso. Ela abriu o chuveiro n

s, apoiando a cabeça na parede fria dos azulejos. Fiquei ali por um

tava lá, me observando com uma expressão indecifrá

" , pergu

cabeça, inca

om o alívio do frio, me deixou vulnerável de uma m

tá segura

, mas firme. Seu toque não era como a hesitação de Isabela, era seguro e decidido. Em meio ao torp

de sol entrando pela janela. A cama e

ainda úmidas e senti uma pontada

havia um cartão de vis

a. Advo

terior não foi um sonho. Saí do quarto em silêncio, deixando para trás o começo de algo que eu

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Chamas do Ódio, Amor Perdido
Chamas do Ódio, Amor Perdido
“As chamas lambiam as paredes da minha casa, o calor era insuportável. Eu segurava minha filha, Clara, com força contra o peito. O choro fraco dela era a única coisa que importava no meio do caos. Eu gritava, batendo na porta do quarto trancada: "Isabela! Abra a porta! Por favor!" . Do outro lado, ouvia apenas o silêncio dela. O fogo se aproximava, e o rosto de Clara se contorcia de medo e dor. Foi então que a voz dela veio, fria e desprovida de qualquer emoção. "Se não fosse por vocês duas, Gabriel não teria morrido." Cada palavra era uma sentença de morte. "Todos os dias desde que ele se foi, eu me sinto como um zumbi. Eu já queria levar vocês para o túmulo dele há muito tempo!" O ódio em sua voz era palpável. O fogo finalmente nos alcançou. A imagem do sorriso de Clara desaparecendo na fumaça foi a última coisa que vi. O amor que eu senti por Isabela se transformou em cinzas, junto com meu corpo e o da minha filha inocente. Então, abri os olhos. A luz suave do abajur, o cheiro floral de Isabela. Ela estava ali, com o rosto corado e os olhos turvos de desejo, exatamente como naquela noite, dez anos atrás. "Luana..." , sua voz baixa e rouca me causou um arrepio de pavor. Não. Não de novo. Lembrei-me de tudo. Meu irmão Ricardo havia drogado Isabela. Ele a jogou na minha cama, forçando-me a ser sua "cura" . Na vida passada, eu cedi, e o resultado foi um casamento forçado e uma morte horrível em um incêndio provocado pelo ódio dela. Desta vez, não. Minha voz saiu mais firme do que eu esperava: "Não me toque." Eu sabia que precisava quebrar aquele ciclo de tragédia.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10