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Chamas do Ódio, Amor Perdido

Capítulo 4 

Palavras: 772    |    Lançado em: 08/07/2025

mais leve do que em anos. O drama com Isabela, o amor não correspondido, a dor

s mesmos erros. Esta nova vida era

Ricardo na cozinha, parecendo culpado.

bre ontem à

-o. "O que está feito, está feito. Ap

mais, a porta da frente se abriu e Gabriel entrou, vestindo

Ricardo se

que ele está

e e pânico. O plano dele tinh

s de Gabriel, colocan

não estava funcionando bem" , di

peguei uma maçã e me sentei à mesa, ignorando a cena. Minha indif

iso presunçoso no ro

todos aqui, que tal almoçarmos

ê?" , perguntei

e, puxando-a para um beijo

o uma reação. Dor, ciúme, qualqu

as eu tenho o

Isabela, com uma falsa doçu

es na minha cara, queriam me ver sofrer. Na vida passada, eu teria

escolha. Mas recusar s

para surpresa deles. "

entaram do outro lado da mesa, de mãos dadas, trocando carinhos

daquela vez em Paris?"

briel, beijando a mão dela. "Foi quando eu

am, sobre os filhos que teriam. E, de vez em quando, o

não estava triste. Estava entediada. A dor que eles esperavam infligir não

meu celular tocou. Era

eu disse, levan

me para

Al

Mari

o outro lado da linha me

h,

você chegou bem em cas

, obrigada.

aria de te ver de novo, Luana. S

luntário aparec

mbém go

jantar? Ama

rfei

la me olhava com uma nova intensidade, seus olhos estr

rguntou ela, tent

, pegando minha bolsa. "Preciso

a a minha parte da conta na mesa e saí do restaurante.

ou assim que e

Sinto muito por isso.

em, Ricardo.

se mudar para cá. Isabela disse que

o. Isso seria

e, Ricardo. Eu v

própria casa. Mas eu também não ia mais jogar o jo

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Chamas do Ódio, Amor Perdido
Chamas do Ódio, Amor Perdido
“As chamas lambiam as paredes da minha casa, o calor era insuportável. Eu segurava minha filha, Clara, com força contra o peito. O choro fraco dela era a única coisa que importava no meio do caos. Eu gritava, batendo na porta do quarto trancada: "Isabela! Abra a porta! Por favor!" . Do outro lado, ouvia apenas o silêncio dela. O fogo se aproximava, e o rosto de Clara se contorcia de medo e dor. Foi então que a voz dela veio, fria e desprovida de qualquer emoção. "Se não fosse por vocês duas, Gabriel não teria morrido." Cada palavra era uma sentença de morte. "Todos os dias desde que ele se foi, eu me sinto como um zumbi. Eu já queria levar vocês para o túmulo dele há muito tempo!" O ódio em sua voz era palpável. O fogo finalmente nos alcançou. A imagem do sorriso de Clara desaparecendo na fumaça foi a última coisa que vi. O amor que eu senti por Isabela se transformou em cinzas, junto com meu corpo e o da minha filha inocente. Então, abri os olhos. A luz suave do abajur, o cheiro floral de Isabela. Ela estava ali, com o rosto corado e os olhos turvos de desejo, exatamente como naquela noite, dez anos atrás. "Luana..." , sua voz baixa e rouca me causou um arrepio de pavor. Não. Não de novo. Lembrei-me de tudo. Meu irmão Ricardo havia drogado Isabela. Ele a jogou na minha cama, forçando-me a ser sua "cura" . Na vida passada, eu cedi, e o resultado foi um casamento forçado e uma morte horrível em um incêndio provocado pelo ódio dela. Desta vez, não. Minha voz saiu mais firme do que eu esperava: "Não me toque." Eu sabia que precisava quebrar aquele ciclo de tragédia.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10