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Coração Partido, Alma Curada

Capítulo 3 

Palavras: 708    |    Lançado em: 08/07/2025

cisava

o com os pratos que eu criei, saí por uma

ateu no meu rosto, um choque bem-vindo que me a

do minhas costas. Fechei os olhos, tentando não pensar na

e repetia na minha mente

abe

mim. Ela tinha trocado o vestido de gala por roupas mais simples

versar", ela di

mar, cautelosa, como se eu fosse um animal s

ra o passado, para o

recém-chegada na cidade, com olh

nela. Vi a mim m

nários. Abri as portas da minha casa para ela. Ela jantou

imprensa adorava essa história. A gr

ola e

ce

mim, o cheiro do seu p

ê está com raiv

lavra, Sofia", mi

de mártir. E então, a m

la disse, o tom agora firme, quase desafiador. "Eu e o

e novo. Aquele gesto. Era uma

cê deu a ele uma família, uma carreira. Eu es

a não estava se desculpando. Estava se

sobre amor?", perguntei, uma c

é. O que

som seco,

a foi sobre amor. Foi sobre ambição. Você viu o Ricardo e nã

fechou. "Isso

iança, a minha casa, a minha família. Você não o ama. Você ama o

olhos. A surpresa, a raiva. Ela não esperava isso. Esperava lágrimas, g

so para trás,

frente, invadindo

voz baixa e intensa. "Você pode ter o homem. Pode ter o bebê. Mas v

s perto, meu rosto a

ensinar a lição mais importante: na minha cozinha,

la gaguejou, o medo finalmen

ndo meu dólmã impecavelmente branco. "

la primeira vez naquela noite, eu não me senti como uma vítima.

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Coração Partido, Alma Curada
Coração Partido, Alma Curada
“Minha cozinha, o coração do "Aurum", batia no ritmo acelerado de uma noite de gala. Era lá que Isabela, chef e orquestradora, sentia o controle escorrer por entre os dedos ao ouvir fofocas sobre meu marido, Ricardo, e Sofia, minha protegida e pupila que eu guiei com tanto carinho. A confiança cega foi estilhaçada quando o encontrei, não no salão como sommelier da noite, mas escondido com Sofia, que confessou um sussurro terrível: "E grávida. Não se esqueça da parte mais importante. Não vejo a hora de contar pra ela... sobre o bebê." O mundo desabou; a imagem dela com a mão protetora sobre a barriga, e ele pálido, foram um golpe que questionou não só nosso casamento de quinze anos, mas minha sanidade. Ele ousou me culpar, me chamar de "histérica" e, ao se opor ao divórcio, ameaçou usar nossa filha, Lúcia, contra mim, enquanto Sofia tripudiava por trás de um sorriso vitorioso e mensagens cruéis. Mas no exato momento em que ele ousou usar o nome de minha filha, algo em mim se quebrou, e Isabela, a chef, morreu, e em seu lugar, nasceu uma mulher que eles jamais subestimariam: aquela que lutaria por Lúcia e por si mesma.”
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