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Traída e Renascida: Vingança Fatal

Capítulo 1 

Palavras: 766    |    Lançado em: 08/07/2025

ren

o do carro e a voz da minha mãe, Dona Ana, soando suavemente ao meu la

mãe perguntou, sua mão tocando minha testa com

mais profundas do que deveriam para sua idade, um resultado

um so

Só um pouco enjo

um baque surdo e caminhou até a janela do motorista, seu rosto

amores? Vamos

e com sua amante, Sofia, como também sabotou os freios do carro. O acidente que se seguiu nos mandou para

lho. Um filho bastardo

tanto eu quanto minha mãe tínhamos rins compatíveis. Ele planejou nos matar para salvar

cebeu que eu ainda respirava. Ele me via não como uma filha, mas c

posses, mas dentro de casa, era um tirano. Todas as suas atenções e recursos eram para ele mesmo e para a ima

ncias, todo o desprezo velado. Ela se dedicou a ele de corpo e alma, abriu mão de sua própria vida, de seus próprios sonhos, para ser a esposa perfeita do

uda, a escuridão, e depois, a consciência flutuando em um limbo, ouvindo as vozes dos médicos

um nó de gelo se formou no meu estômago. O ódio era tão intenso que er

deixar acont

em e sua amante pagarem por tudo. Cada lágrima, cada gota

do que eu esperava. "Acho que esqueci meu livr

do por um segundo em seus olhos antes de s

atrasados. Você pega

olhando para ele com uma in

isava de tempo. Precisava de um plano. O prime

le cedeu, revirando os ol

ara abrir o portão novamente

vamos com e

olhou,

ha? O que deu

eu disse, segurando sua mã

final diferente. A caça não seria mais a presa. Eu era a

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Traída e Renascida: Vingança Fatal
Traída e Renascida: Vingança Fatal
“A sensação pegajosa de suor nas minhas costas e o cheiro de couro barato do carro. Minha mãe, Dona Ana, soava suave ao meu lado, e meu pai, Dr. Carlos, fechava o porta-malas com um baque surdo, exibindo um sorriso cruel. Na minha vida anterior, essas palavras foram o prelúdio do nosso fim. Ele não só me traiu, traiu minha mãe com sua amante, Sofia. Ele também sabotou os freios do carro, e o acidente nos mandou para o hospital, onde ele assinou os papéis para desligar nossos aparelhos e doar nossos órgãos. Tudo por causa de Pedro, um filho bastardo que ele teve com Sofia, que sofria de insuficiência renal. Por uma cruel coincidência, eu e minha mãe tínhamos rins compatíveis. Ele nos via como obstáculos, pedaços de carne inúteis porque eu nasci mulher. O ódio em seus olhos no hospital, quando percebeu que eu ainda respirava, era palpável. Minha mãe, boa e cega por amor, sacrificou sua vida por ele, cortando laços até com seu irmão, meu tio João, a rocha dela. A lembrança da minha vida passada era um filme de terror: o acidente, a dor aguda, a escuridão, e a decisão fria do meu pai nos sentenciando à morte. Um nó de gelo se formou no meu estômago de ódio. Eu não iria deixar acontecer de novo. Desta vez, eu protegeria minha mãe. Eu faria aquele homem e sua amante pagarem por tudo em dobro. "Pai", eu disse, minha voz mais firme do que esperava. "Acho que esqueci meu livro em casa. Podemos voltar rapidinho para pegar?" Ele franziu a testa, impaciente. "Maria, já estamos atrasados. Você pega o livro outra hora." "É importante", insisti, olhando-o intensamente. Eu precisava de tempo. Precisava de um plano. O primeiro passo era não entrar naquele carro sabotado. "Tudo bem, tudo bem", ele cedeu. Enquanto ele saía do carro para abrir o portão. Eu me virei para minha mãe. "Mãe, não vamos com este carro." "Por que, filha? O que deu em você hoje?" "Apenas confie em mim", eu disse, segurando sua mão com força. "Por favor." Eu jurei a mim mesma que, desta vez, a história teria um final diferente. A caça não seria mais a presa. Eu era a caçadora agora, e minha vingança estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10