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O Canto da Redenção

Capítulo 1 

Palavras: 956    |    Lançado em: 08/07/2025

o estúdio era ainda mais cortante, um fr

sto metálico de s

urar as almas mais atormentadas, agora

a de São Paulo, o homem que ela um dia curou,

o de Carolina, sua musa. Ela parecia dormir, a

acordar!", Pedro gritava, s

escorrendo por seu rosto pálido. "Ela está morta há u

tão faça um milagre! Se Carolina tivesse voltado com aquela melodia, n

ado que a família De Luca impôs como pagamento. Um casamento que fez Carolina, ao saber da notí

ulpava

cantar para um cadáver, u

er por seus lábios, manchando o vestido branco. Cantou até a escuridão tomar

nto foi de um arre

do ficou

e, ela abri

bras de arte. O cheiro de lírios frescos pairava no ar. Sofia piscou

xpressão sombria e vazia, estava Pedro. Jovem, vibrante, mas

a Helena de Luca, olhava para So

"Nós ouvimos falar do seu dom. Dizem que sua voz pode curar. Por favor, aju

ua vida anterior se transformou em um pesadelo. A mesma

e fora. A ingenuidade desaparecera. Em seu lug

à cadeira de rodas. Pedro não levantou o olh

uase imperceptível, mas carregad

ra e firme, sem o menor traço da dor

ão do Sr. P

os da família a olharam,

u olhar fixo no hom

de trazê-la

de esperança no rosto de Helena se desfez, subst

be com quem está falando? Oferecemos a você

stou falando com uma família que vê as pessoas como ferramentas. E com um homem cuja

, antes vazios, agora queimavam de ódio. Ele viu o desafio no r

le ordenou, a voz

, caminhando em direção à porta com uma dig

arou e olhou para tr

de um precipício", disse ela, as palavras soa

xando para trás uma família em choq

nte. O ar, mais fresco. Sofia respirou fundo, s

ansão, um carro preto elegante parou ao s

com um rosto séri

e é Ricardo. Sou assisten

ela. O único rival de Pedro no cenário

continuou o homem. "Ele gostaria

dos De Luca. Uma porta se fechara, mas outra,

escolha. E desta vez,

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O Canto da Redenção
O Canto da Redenção
“A neve caía lá fora, mas o frio dentro do estúdio era ainda mais cortante, um frio que vinha dos ossos e congelava a alma. Eu sentia o gosto metálico de sangue na garganta, minha voz, antes um dom divino, agora apenas um sussurro rouco e dolorido, enquanto Pedro de Luca, o magnata da música, o homem que um dia curei, me forçava a cantar para um cadáver: o corpo congelado de Carolina. Ele gritava, seus olhos injetados de sangue, que eu a fizesse acordar, que a minha voz não era divina? Eu implorava para ele parar, que ela estava morta há um ano, que minha voz curava a alma, não ressuscitava os mortos. Mas Pedro rosnava que a culpa era minha, por tê-lo curado, por ter aceitado nosso casamento forçado, um pagamento que fizera Carolina cair no precipício. Eu cantei até minhas cordas vocais se romperem, até o sangue escorrer por meus lábios, manchando o vestido branco. Cantei até a escuridão tomar conta da minha visão, até meu último suspiro se perder no ar gelado, o arrependimento amargo sendo meu último pensamento. Então, tudo ficou silencioso. E de repente, eu abri os olhos novamente, na rica mansão de Luca, vendo Pedro jovem, quebrado pela depressão, e sua mãe me oferecendo uma fortuna para salvá-lo, como se a minha dor nunca tivesse existido. Eu conhecia aquele lugar, aquele dia. Mas desta vez, o medo se fora. A ingenuidade desaparecera, substituída por uma clareza cortante. "A inspiração do Sr. Pedro se foi", eu disse, olhando para o homem que me destruíra. "Ninguém pode trazê-la de volta." Minha voz, em vez de curar a alma dele, se tornou uma profecia gélida: "A melodia que ele tanto procura está no fundo de um precipício. Assim como a alma dele." Eu me recusei, mas ele era um monstro, e dessa vez, ele ia se destruir. Mal sabia eu que o passado não estava morto, apenas esperando sua chance de ressurgir.”
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