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Noiva Abandonada, Arquiteta Renascida

Capítulo 4 

Palavras: 512    |    Lançado em: 08/07/2025

a uma memória de infância

cinco, queria ir na roda gigante pela décima vez. Eu estava cansada e com medo

i disse, antes de se afa

O parque começou a esvaz

igou para o número que eu sabia de cor. Meus pais tinham simp

epois, não houve um pedido de desculpas. Ape

ivemos que ir," foi a únic

esma prioridade. Nada ha

de objetos caros, mas vazio de qualquer calor ou afeto para mim. Eu era um fantas

a dolorosa, que meu luga

ento estúpido, uma faísca de esperança se acendeu. Talvez ele est

en

ia como gelo, car

feliz ago

rança se apagou

quer dizer

hoque anafilático! Tudo por sua causa! Você não suporta ve

pe, mas eu continuei em silê

ejosa. Eu sinto vergonha de ter quase me c

um monstro. E em suas palavras, a verdade que eu se

la é pura, doce... tudo o que você não é. Eu

Sua atração, sua devoção, nunca fo

a opção segura e conveniente, en

cusação injusta, a raiva

ormou em uma estranha calma. A calm

era um monstro por causa de uma mentira criada

um lugar surpreend

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Noiva Abandonada, Arquiteta Renascida
Noiva Abandonada, Arquiteta Renascida
“O salão de festas estava perfeito, o dia dos meus sonhos. Mas o silêncio era pesado, anormal, enquanto eu esperava no altar por um noivo que nunca chegou. Meu celular vibrou, era minha mãe. "Sofia, sua irmã Luna acabou de pousar! Estamos indo buscá-la. O casamento pode esperar, né? É a Luna, ela voltou da Europa!" Minha madrinha me mostrou o Instagram: Luna sorrindo no aeroporto, cercada pela minha família. E Gabriel, meu noivo, com o braço possessivo em volta dela. A legenda dizia: "Reunião de família! Finalmente nossa princesinha voltou pra casa!" Ninguém se lembrava da noiva abandonada. Liguei para meu pai. "O que foi, Sofia? A gente remarca. Sua irmã voltou, isso é mais importante. Não seja egoísta." Egoísta. A palavra ecoou no salão vazio, enquanto os convidados iam embora me olhando com pena. Eu era a piada do dia. A noiva trocada pela irmã. Voltei para casa e escrevi no meu caderno: "99. Fui abandonada no altar no dia do meu casamento porque minha irmã voltou de viagem." Noventa e nove decepções. Eu tinha prometido aguentar até a centésima. Mas o fundo do poço estava mais perto do que eu imaginava. Naquela noite, Gabriel invadiu meu quarto, irritado. "Que drama é esse agora, Sofia? Para de ser infantil!" Ele esbarrou na maquete do meu projeto final, e ela se espatifou no chão. Senti um vazio. Minha mãe apareceu. "Sofia, venha fazer o jantar para sua irmã. Ela está com saudades da sua comida." Eu, a cozinheira. Luna, a princesa. Na mesa de jantar, Luna era o centro das atenções, contando histórias da Europa. Gabriel ria de tudo, ombro a ombro com ela. Ninguém mencionou o casamento. Então, Luna tossiu e fez sua cena: "Tem amendoim nisso?" Minha mãe ficou pálida. "Sofia! O que você fez? Você tentou machucá-la!" Antes que eu pudesse responder, a mão dela voou e me deu um tapa. A dor física não foi nada perto da dor no meu peito. Eles saíram correndo para o hospital com Luna, e Gabriel me lançou um olhar de ódio. A casa ficou em silêncio. Eu estava sozinha, com a marca vermelha no rosto. Essa foi a centésima decepção.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10