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O Preço da Cura Fatal

Capítulo 2 

Palavras: 840    |    Lançado em: 08/07/2025

olhares maliciosos e sussurros. Assim que entrei, todas as conversas pararam. Lucas estava no centro do salão, de p

nhe, seu olhar encontrando o me

. "Obrigado por virem celebrar a minha recuperação. Uma recuper

u nome como s

va viva do seu sacrifício. Mas eu me pergunto, será que ela realmente se lembr

descontroladamente no peit

u em uma passarela improvisada. Lucas sorriu, um s

fia. Minha irmã, Mariana, selecionou cem protótipos de designers genéricos, e entre eles, mistura

sarcasmo cortante. O ar saiu dos meus pul

riginais será publicamente destruído. E como um prêmio de consolação para mim, por ter que aturar tanto drama,

público murmurou, alguns chocados, outr

ção, tentando respirar fundo. As memórias das noites de agonia voltaram com força total: o zumbido das máquinas, a sensação de fraqueza, a

perto da porta e dei um passo em sua direção, meu c

or, eu p

soais de Lucas, se puseram na minha frente, bloqueando meu caminho. U

ar nenhum," disse ele, a

nha própria festa de humilhação. O pân

u, seu rosto a ce

sua única chance de salvar alguma coisa do seu trabalho. Jogue o jogo. Mostre a todos o seu grande

edentos por drama. Olhei para Mariana, cujo rosto brilhava de prazer sádico. Olhei para os meus p

murei, a voz um

ndo-se para a multidão. "Que comec

Uma modelo alta e magra entrou na passarela

ia," Lucas anuncio

as e se fosse um truque? E se fosse uma das minhas primeiras ideias, um rascunho inicial? Oito. Sete. A pressão era imensa.

disse, a v

s so

rad

uma peça de seda azul que eu havia bordado à mão por mais de cin

rtando a seda delicada foi o som mais alto que eu já ouvi. Ela rasgou o tecid

na minha garganta. Meu p

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O Preço da Cura Fatal
O Preço da Cura Fatal
“Meu nome é Sofia Almeida, e nasci com um coração que não deveria me permitir amar tão intensamente. Para salvar Lucas, o homem que eu amava e que estava preso a uma cadeira de rodas por uma doença degenerativa, sacrifiquei minha própria vida, gota a gota do meu sangue, para curá-lo. Mas a cura dele trouxe uma doença para a nossa relação. No dia em que Lucas voltou a andar, ele me chutou para fora de casa, trocando todas as minhas noites em claro por uma frieza que eu jamais imaginei que existiria nele. Um mês depois, ele me convidou para uma festa de gala. Era a celebração de sua "recuperação milagrosa". Mal eu sabia, era a minha humilhação pública. Diante de todos, ele insinuou que eu era uma fraude, que minhas criações eram uma farsa, e então, em um jogo cruel, ele me obrigou a tentar identificar meus próprios protótipos entre cem cópias e peças genéricas. Para cada erro, uma das minhas criações seria destruída. Meu coração gritava à medida que minhas obras de arte, meus "filhos" nascidos da dor, eram rasgados e queimados por ele e sua irmã, Mariana, a quem ele chamava de "mártir". Eles copiaram minha assinatura secreta, uma pequena estrela que eu bordava em cada peça, para me confundir. O jogo era armado para que eu nunca vencesse. Desesperada para proteger a última peça, o vestido de noiva que eu havia sonhado em usar com ele, confessei a mentira que eles queriam ouvir. "Sim," eu disse, a palavra rasgando minha garganta. "Eu menti sobre tudo." Quando ele tentou me forçar a comer os restos do meu vestido destruído, uma dor lancinante atingiu meu peito, e meu coração parou. Mas, de alguma forma, isso ativou a conexão que nos unia, e Lucas desabou, agonizando com a mesma dor, revivendo todas as minhas memórias de sacrifício e traição. Foi então que meu pai e irmã chegaram. Encenamos minha morte. Lucas, agora em um surto de loucura e desespero, me roubou dos braços do meu pai, me embalou e fugiu. A perseguição terminou em um acidente fatal. Ele se foi, levando com ele uma dor que eu não sentia mais. Eu, Sofia, renasci. Não em um sonho, mas na verdade. Longe do veneno, do sofrimento. Lembro-me dele, não com ódio, mas com a calma de quem sobreviveu. Vivo e crio em paz, deixando o passado para trás.”
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