icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Renascida das Cinzas da Dor

Capítulo 2 

Palavras: 659    |    Lançado em: 08/07/2025

a fria e cortante. Se eu era uma personagem em uma história, então a história ainda não havia termina

bita compreensão da estrutura da minha própria realidade. E com essa compreensão, as memórias

no início do ano letivo. Bruna havia se transferido para a noss

. "Ela não parou de me olhar durante a aula de química. Qu

ção por ele compartilhar sua irritação comigo. Eu via Bruna da

e ele ia para a biblioteca, ela estava "coincidentemente" estudando na mesa ao lado. Se el

jogador do time," ela dizia com um

e explicar?" ela pedia, mesmo sabendo que a especi

lamar dela para mim, e

s eu comecei a notar uma mudança sutil. A irritação

e estava conversando com Bruna. De longe, eu o vi rir de algo que ela disse, um riso genuíno e aberto. Mas quando ele

na estava me enchen

sto. Eu tinha v

le com o grupo de amigos de Bruna. Ele me dizia que o celular estava sem bateria, mas

enganação. Eu queria tanto acreditar na nossa amizade, na nossa história, que ignorei todas as evidências em contrário. Ele me mantinha por pert

eria um lembrete de uma lealdade que ele havia descartado. Então, ele criou uma fantasia para mim, um futuro falso em Minas Gerais, para me manter dócil e control

a fria e cortante. Se eu era uma personagem em uma história, então a história ainda não havia termina

Reclame seu bônus no App

Abrir
Renascida das Cinzas da Dor
Renascida das Cinzas da Dor
“Meu namorado de infância me disse que iríamos juntos para a faculdade em Minas Gerais. A Universidade de São Paulo, meu sonho e minha bolsa de estudos, seria deixada para trás. "Estaremos juntos lá", ele prometeu, com aquele sorriso charmoso que eu tanto conhecia. Mas a mentira desabou quando vi uma foto: Bruna Costa, a garota mais popular da escola, comemorando com ele a matrícula na USP, onde ele seria calouro de Engenharia. Meu sangue gelou. Ele havia orquestrado a recusa da minha própria bolsa na USP, usando minhas senhas e agindo pelas minhas costas. A verdade se tornou um abismo frio na festa de aniversário de Bruna, quando Lucas, sob os holofotes, pediu Bruna em casamento, diante de todos. Senti-me uma peça em seu jogo, humilhada e reduzida a uma "sombra", um "projeto de caridade". Ser jogada fora como um lixo, depois de ter meu futuro roubado, era a dor que agora me consumia. Para selar minha humilhação, Bruna "acidentalmente" derramou vinho tinto em meu vestido, e Lucas, com uma fúria desproporcional, me acusou de estragar a noite dela. Fui arrastada para um depósito escuro e frio, trancada como um animal, ouvindo-o gritar que eu era egoísta e ingrata. A dívida de "gratidão" que eu sentia por ele e sua família, por ele ter sido meu protetor na infância, desmoronou. Percebi que ele me usava como um fardo, não como uma amiga. Quando ele me ordenou que preparasse café para Bruna e uísque para ele, eu o fiz. Mas, a "doçura" venenosa de Bruna, dizendo que eu era apenas "útil" e um "cachorrinho leal", quebrou algo em mim. Com um sorriso calmo, virei o café quente sobre a cabeça dela. "Cuidado com as pontes que você queima", eu disse a Lucas, "você pode precisar delas para voltar." Enquanto saía, senti o gosto amargo da vingança. Mas o inferno estava apenas começando. Sua vingança estava longe de terminar, e ele estava apenas começando a usá-la contra mim. Mas a liberdade tinha um gosto amargo de café de baunilha e cheiro de vingança. O inferno, para mim, estava apenas começando, mas para ele, estaria ainda por vir.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12