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O Aborto Que Destruiu Tudo

Capítulo 1 

Palavras: 760    |    Lançado em: 08/07/2025

livro, essa é a únic

cas exalavam um perfume doce e enjoativo, e João Pedro me esper

o des

nto estava cancelado, que eu nunca o amei, e

já finalizavam a venda dos segredos comerciai

inheiro no banco de trás do car

que nunca perdia a

carro, o rosto pálido, a ch

se ajoelhou na calçada molhada, seus olho

quebrada. "O que eu fiz de errado? A gente pode conse

icou p

sa, retirei a imagem granulada do

sua bochecha por um instante

um gelo cortante. "Não existe mais filh

em mil pedaços, uma dor tão crua q

as

sei no acelerador e

nos se

iva, eu flutuava de costas, o sol beijando minha pele, enquanto um homem c

heia de luxo e va

fei

ou diretamente dentro da minha cabeça, tão

onamento dos protagon

edor, procurando a origem do som.

a voz continuou, implacável. "Caso contr

dade que me forçou a ser a vilã

go que se perdeu n

nada. "Virei bucha de canhão? Eu já fi

sculino pela protagonista feminina caiu para níveis críticos.

eroína boazinha, se apaixonarem de novo. Eu tinha que ser a vilã ma

e volta ao Brasil, a realidade me a

ver João Pe

oelhos na chuva, no

cia a burrice que eu tive na cabeça anos atrás

um leilão de caridade da

icamente um pecado, e senti os olhares se virando para mim

er que destruiu João

ão eu

do salão, conversando com

nhecia, o homem à minha frente era alto, imponente, ve

e controlada, e havia uma intensidade em seu

inha me v

ue gelava meus ossos, que o inf

ez, eu er

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O Aborto Que Destruiu Tudo
O Aborto Que Destruiu Tudo
“Eu sou a vilã, essa é a única verdade que importa. No dia do meu casamento, diante de todos, anunciei que nunca amei João Pedro e que estava farta de bancar a noiva perfeita. Enquanto o caos se instalava, meus cúmplices finalizavam a venda de seus segredos comerciais para Lucas, seu maior rival. Horas depois, com as malas de dinheiro no banco de trás do carro, eu estava pronta para sumir. João Pedro me encontrou na chuva, ajoelhado, implorando. "Duda, por favor, não faz isso", ele suplicou, a voz quebrada. Ele mencionou nosso filho. Eu peguei o ultrassom granulado e joguei em seu rosto, a imagem caindo em uma poça d' água. "Já fiz o aborto", eu disse, minha voz um gelo cortante. "Não existe mais filho nenhum. Agora, não me incomode mais." A expressão em seu rosto se quebrou em mil pedaços, uma dor tão crua que por um segundo quase me atingiu. Quase. Eu subi o vidro, pisei no acelerador e não olhei para trás. Cinco anos se passaram, vivendo uma vida de luxo e vazia de sentimentos. Perfeita. Até que uma voz metálica e sem emoção soou diretamente dentro da minha cabeça, tão alta que me fez engasgar com a água salgada. "Hospedeira, o relacionamento dos protagonistas está em crise." "Por favor, resolva a crise em um mês", a voz continuou, implacável. "Caso contrário, você será eliminada imediatamente." Gelei. O sistema. A maldita entidade que me forçou a ser a vilã em primeiro lugar estava de volta. Eu teria que voltar e fazer João Pedro e Sofia se apaixonarem de novo. Eu, a mulher que o destruiu, teria que ser a cupido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10