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O Aborto Que Destruiu Tudo

Capítulo 3 

Palavras: 669    |    Lançado em: 08/07/2025

se encheram de l

etrucou, a voz um pouco mais alta.

do de ombros como se estivesse falando do tempo.

u seu rosto, ela se en

erguntou, a voz embargada. "Ele finalmen

", zombei. "Ele parecia entediado. Mas nã

com um pouco mais de f

a. Eu vim para arruinar sua vidinha

ndo bruscamente nos fe

osto uma máscara de fúria contida,

o rosto de Sofia, v

spaço entre nós e agarrou meu pulso,

tá fazendo?", ele rosnou

reendente, a dor s

, não é, Sofia?", eu disse, sem demonst

ele, agarrando seu braço c

.. ela me ameaçou

perto, nossos rostos a

a", ele sibilou meu nome completo, um veneno em seus

com força, eu cambaleei, m

uê?", d

os se es

epender do dia em q

braços de forma protetora, e a guiou pa

r no meu pulso se tornou real. Olhei para a marc

eça, fria e acusadora. "A afeição do protagonista masculino por

m oco no ban

ndo? Eu ma

escrevia poemas e chorou quando eu aceitei seu ped

ava morto, e eu

fria e cruel, era

u estrago, que eu fizesse esse homem se apaixon

era quase

eu estava fumando um cigarro,

oi agitada", ele diss

eia", respondi,

isturando com o da fumaça. Sua mão encontrou a minh

e perguntou, a voz suave, mas co

ei min

eja ri

e

pode enganar todo mu

sua boca perto

e diga o que fazer, e eu te ajudo a

tentador, uma distração bem-vinda

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O Aborto Que Destruiu Tudo
O Aborto Que Destruiu Tudo
“Eu sou a vilã, essa é a única verdade que importa. No dia do meu casamento, diante de todos, anunciei que nunca amei João Pedro e que estava farta de bancar a noiva perfeita. Enquanto o caos se instalava, meus cúmplices finalizavam a venda de seus segredos comerciais para Lucas, seu maior rival. Horas depois, com as malas de dinheiro no banco de trás do carro, eu estava pronta para sumir. João Pedro me encontrou na chuva, ajoelhado, implorando. "Duda, por favor, não faz isso", ele suplicou, a voz quebrada. Ele mencionou nosso filho. Eu peguei o ultrassom granulado e joguei em seu rosto, a imagem caindo em uma poça d' água. "Já fiz o aborto", eu disse, minha voz um gelo cortante. "Não existe mais filho nenhum. Agora, não me incomode mais." A expressão em seu rosto se quebrou em mil pedaços, uma dor tão crua que por um segundo quase me atingiu. Quase. Eu subi o vidro, pisei no acelerador e não olhei para trás. Cinco anos se passaram, vivendo uma vida de luxo e vazia de sentimentos. Perfeita. Até que uma voz metálica e sem emoção soou diretamente dentro da minha cabeça, tão alta que me fez engasgar com a água salgada. "Hospedeira, o relacionamento dos protagonistas está em crise." "Por favor, resolva a crise em um mês", a voz continuou, implacável. "Caso contrário, você será eliminada imediatamente." Gelei. O sistema. A maldita entidade que me forçou a ser a vilã em primeiro lugar estava de volta. Eu teria que voltar e fazer João Pedro e Sofia se apaixonarem de novo. Eu, a mulher que o destruiu, teria que ser a cupido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10