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Traída no Altar, Rainha da Moda

Capítulo 4 

Palavras: 746    |    Lançado em: 08/07/2025

te que, por um momento, meus próprios pais m

stando o som. "O filho da Helena? O ra

o criativo cujas ideias Pedro te

entado me consolar, oferecendo intervir, talvez encontrar out

a final, se o mundo esperava que eu me casasse com outro

ma aliança de poder com a pessoa ma

a mãe, preocupada. "Isso não é apenas negócio, isso é pess

ou pessoal quando me humilhou publicamente por causa d

lógica, cada ponto

funcionário glorificado, ele nunca, em um milhão de anos, esper

ia de Pedro", meu pai ponderou. "Ela nunca pe

u Pedro levar o crédito por designs de Gabriel, ela sacrificou as oportunidades do filho pela lealdade

a, mas uma ap

o encontro foi marcado em um pequeno café discr

esconfiado, usava roupas simples, ma

e. "Fiquei surpreso com seu chamad

direto ao ponto. "Não te chamei aqui para um o

a sobrancelha

e de estreia dele, que só aconteceu porque você vendeu seu projeto de formatura para cobrir as dívidas de

riel se fechou

milhões para lançar uma nova marca", anunciei. "Sua ma

s olhos buscando o

anha com isso?"

os, do marketing, da estratégia, juntos, vamos con

riso curto e

lento para se vingar d

e?", retruquei. "Pedro te deixou na sombra a vida toda, e agora ele escolheu Isabela, a garota da 's

aísca de raiva em seus olhos,

vantando. "Esta não é uma oferta de vingança, é uma

om a proposta

, a adrenalina da reuni

rando, a ansiedade est

meu pai

oferta",

minha mã

o o peso da minha aposta. "Agora, t

inha jogado minhas cartas, mas o futuro da minha guerra depen

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Traída no Altar, Rainha da Moda
Traída no Altar, Rainha da Moda
“O salão do Grand Palace Hotel brilhava, palco para o lançamento da nova coleção de Pedro e o anúncio de nossa parceria de negócios. Mas as luzes dos lustres de cristal e o tilintar das taças de champanhe se estilhaçaram quando Pedro, meu noivo, pegou o microfone. Com um sorriso que não era para mim, ele estendeu a mão para Isabela, a filha da nossa governanta, declarando-a sua verdadeira musa e parceira de negócios. "Isabela é a pessoa destinada a mim, não vou me casar com outra," ele proclamou, e a frase me atingiu como um golpe físico, dilacerando meu noivado e a honra da minha família. Ele me descartou publicamente, justificando a traição com "incompatibilidade de ideias" e, inacreditavelmente, "mapas astrais", me oferecendo um cargo de funcionária em algo que deveria ser meu. A elite da moda me observava com pena e divertimento mórbido, sussurrando sobre a herdeira Bernardes trocada pela Cinderela. A humilhação era profunda, e a raiva borbulhava, mas não dei a Pedro o prazer de me ver desmoronar. Lembrei-me das palavras de um consultor: "Essa menina não nasceu para ser parceira, ela nasceu para liderar, um dia, ela vai dominar o mundo da moda." Pedro abriu mão da posição suprema no tabuleiro, e sua ignorância seria sua ruína. Eu respirei fundo, endireitei as costas, e decidi: a humilhação era temporária, o poder seria eterno. Meu jogo havia acabado de começar, e Pedro, cego por sua suposta "sorte", acabara de armar seu inimigo mais perigoso.”
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