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Casamento de Aparências, Amor Real?

Capítulo 2 

Palavras: 847    |    Lançado em: 08/07/2025

naturalidade que ela mesma prepararia um "chá especial" para Pedro. A governanta, que trabalha para

sa convidada está che

a audácia dela, a completa falta de noção. Ela não via as paredes invisíveis de poder e hierarquia que governavam aquele lu

ficava como um vestido nela, e cantarolava uma música pop irritante. Ela não era uma ameaça,

ro, entediado e adorando a atenção, aceitava tudo com um sorriso. Ele era como uma criança grande, facilmente seduzido por qualquer demonstração de afeto que não exigis

a videoconferência com investidores de Tóquio, finalizando um acordo milionário. A

a, precisamo

r me olharam, surpresos. Ana, que estava a

lara está numa reu

cardo ligou para o Pedro. Aquele rival dele. Ele está espalhando para todo mundo que o Pedr

sto de desculpas para os investidores e desligue

ntra no meu escritório sem ser anunciada. Segundo: os negócios do meu marido são da

usa. "Então por q

eus planos não incluem uma fisioterape

Ela precisava entender os limites. Ignorei-a completamente, como

ra ela. Uma sessão de fotos aqui em casa. Pedro, em recuperação, forte e otimista.

o conseguia processar a frieza da minha estratégia. Ela achava que estava numa novela

eria, as perguntas que a jornalista poderia ou não fazer –, vi Sofia no jardim, falando ao celular. Ela parecia agitada. Minha intuição me disse que ela estava

bição barata para o mundo. Contratei um detetive particular no dia seguinte. Pedi a ele que descobrisse tudo sobre Sofia: seu

meus vestidos de amostra, sem permissão. Tentou dar "sugestões" para a minha equipe de design sobre a nov

osamente burra. Ela estava manchando não só a imagem de Pedro, mas a minha. E isso eu não podia permitir. Ela

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Casamento de Aparências, Amor Real?
Casamento de Aparências, Amor Real?
“A notícia do acidente de carro de Pedro explodiu como uma bomba, bem no auge dos preparativos para a semana de moda. Meu ateliê, normalmente um santuário de criatividade, mergulhou no caos, e eu, Maria Clara, a rainha inabalável, me vi gerenciando não só uma crise de imagem, mas também um casamento que para o público era perfeito, mas para mim, um mero contrato. O problema maior chegou não na ambulância, mas num carro de luxo discreto: Pedro, mancando um pouco, e ao lado dele, uma garota. Jovem, bonita de um jeito comum, vestindo um uniforme de fisioterapeuta barato e com um olhar... um olhar que não era de funcionária, mas de alguém que se sentia em casa. Ela me olhou com uma mistura de pena e desafio, como se eu fosse um obstáculo. "Clara, esta é a Sofia. Ela me salvou", Pedro disse, um pouco sem graça. Mas Sofia o interrompeu, sua voz doce, mas com audácia impressionante: "Foi o destino, não foi, Pedro? Eu senti que precisava estar lá." Naquele momento, eu soube. Aquela garota ingênua, que agia como se a casa fosse dela e tentava se meter nos meus negócios, declarou guerra. Mas ela não sabia que eu não reajo, eu planejo. E eu, a fundadora de um império, a mulher que ditava tendências, estava prestes a mostrar a ela que não havia menor chance de vencer essa guerra. Você acha que sabe o que é poder e estratégia?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 15