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Minha Filha, Minha Destruição

Capítulo 3 

Palavras: 699    |    Lançado em: 08/07/2025

m um país estrangeiro, não seria uma família de vigaristas que me derrubaria. Eu poderia enfrentar de

rópria neta, que ainda nem nasceu, como mo

ia apareceu na minha porta. Os olhos estava

precisamos

eu diss

smo sofá onde eu a ninava p

ada com o nosso futuro. Com o bebê. Ela não quis dizer daquele jeito. Você tem que pas

para ela,

tam! Eles te engravidaram de propósito para te usar como isca para roub

cudi-la, acordá-la da

ando, filha! Eles e

uporta me ver feliz! Você nunca gostou do Pedro! Você só pensa em dinhei

na boca dela soava como

o meu apartamento? Por que não se casam com o que vocês têm? Po

justo! Você só tem a mim! Essa casa v

iver viva, nem um tijolo desta casa será de vocês! Eu não vou dar

ei para

eu tenho no banco é meu. Eu o ganhei trabalhando de sol a sol. Eles querem tudo de mão beijad

que eu amava tinha se tornado uma estranha

sse seria inútil. Ela estava cega. O amor que ela sentia p

ão sei o que vai ser de mim," ela

ia," eu respondi, a voz fria como gelo. "Eu te avisei. Eu im

o momento, o rosto conto

," ela cuspi

quadros na parede tremerem. Eu ouvi o barulho dos passos dela descendo a escada, ap

, meu celular vibrou.

erdade. Só se importa com o seu dinheiro. Espero que

conta de mim. A dor era imensa, mas a dúvida tin

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Minha Filha, Minha Destruição
Minha Filha, Minha Destruição
“Minha vida inteira foi dedicada à Sofia, minha única filha. Trabalhei em dois empregos por quase 20 anos, como imigrante e viúva, para garantir que ela tivesse tudo que eu não tive. Achei que meu sacrifício valeria a pena quando ela passou na faculdade, meu coração transbordando de orgulho. Mas então, Pedro entrou em nossas vidas. Desde o primeiro momento, senti algo errado: os olhos inquietos, a ganância velada. Tentei alertar Sofia, mas ela, cega de "amor", não me deu ouvidos. Assistir minha filha, a quem eu ensinei a ser forte e independente, se transformar em uma peça no jogo de uma família de aproveitadores, foi doloroso. E o golpe veio com a notícia da gravidez. Eles usaram uma vida inocente para me encurralar, exigindo meu apartamento e todo o meu dinheiro. Minha única filha, cúmplice deles, insistindo que eu entregasse meu patrimônio "pelo bem" dela e do bebê. A dor da traição. A raiva borbulhando, vendo o fruto do meu suor e humilhação ser o objeto da cobiça deles. "Meu apartamento não está à venda e não será dado a ninguém!" , gritei, batendo na mesa. A guerra estava declarada, e a primeira batalha me ensinou: eu estava sozinha e precisava lutar. Eu vendi o apartamento, cortei relações. Mas eles não pararam. O ápice do horror: uma armadilha, um vazamento de gás. Minha própria filha, minha Sofia, fazia parte do plano para me matar. Como ela pôde? Como pude ser tão cega? Será que a esperança um dia se desfaz em fumaça? Mas o destino me deu uma segunda chance, uma razão para continuar. "Sua neta nasceu. Sua família a rejeitou." Luna. Um novo amor em meio às cinzas. Eu perdi uma filha, mas ganhei uma nova vida. Esta é a minha história de sobrevivência, de recomeço, de uma mãe que se recusou a ser destruída.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10